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Posts Tagged ‘Açores’

Foi triste que, num dia com ondas de 13 metros e sem qualquer alerta da proteção civil, a notícia de que a vila da Madalena do Pico assistira incrédula ao galgamento da sua zona costeira com a destruição de uma exposição, de um bar premiado pela sua arquitetura e do maior molhe do seu porto, tenha sido relegada pela RTP-Açores para segundo plano para se dar primazia à dúvida de quem compete pagar o transporte para a Região do cadáver de um Açoriano presidiário e a cumprir pena no Continente que infelizmente faleceu fora dos Açores.

Não está em causa a questão levantada ao nível da competência de custos, está sim em causa que não se dê o devido destaque da importância de um acontecimento numa vila Açoriana que sofreu graves danos durante uma maresia, situação que além dos impactes financeiros à escala local também são do orçamento regional e implicará transtornos para numerosos habitantes de duas ilhas dos Açores, Pico e Faial, que foi relevada para segundo plano, talvez apenas porque não ocorreu em São Miguel, ao contrário da origem do falecido micaelense. Uma vergonha secundarizar aquela noticia face a esta denúncia.

Para se ser Açoriano, como a RTP- Açores se julga que é, não basta ter no seu nome a palavra Açores, é preciso tratar todas as ilhas com o devido respeito e não dar primazia a um caso apenas porque está relacionado com São Miguel e relegar para trás o que de mais importante acontece na sua área de abrangência quando não ocorre na ilha política e economicamente mais forte do Arquipélago.

Apesar de ser Carnaval, este comportamento da RTP-Açores é indigno e leva-se a mal.

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Tenho estranhado o silêncio em torno do classificação das escolas secundárias dos Açores no ranking nacional, pois estamos numa região que se bajula por ter políticas exemplares no ensino público. Bem, para tantos autoelogios do Governo Regional a primeira no secundário destas ilhas ficou apenas em 127.º lugar, o Liceu Antero de Quental em Ponta Delgada; a segunda e terceira melhores do Arquipélago quedam-se pelos 340.º e 385.º, respetivamente Angra do Heroísmo e Horta, as cidades mais antigas da região.

rankingacores

A secundária das Lajes do Pico, infelizmente, apenas tem 3 escolas consideradas piores em todo o País ao nível do secundário.

Os resultados ao nível do ensino básico ainda nos deixariam e pior figura no contexto de Portugal. Mas, há que reconhecer que muitas destas escolas até têm excelentes instalações, pelo que assim se demonstra que embora obras públicas seja aquilo que mais enche o olho, nem sempre é o melhor investimento e na educação a falha parece estar mesmo no sistema de educação e não nos edifícios.

Assim se compreende o silêncio em torno deste assunto nos Açores, é que com tanta autonomia pelo menos na Região o ensino não nos deu motivos de orgulho.

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Não são só os quase 60% de abstenção nas eleições regionais que indiciam o alheamento dos Açorianos pela política regional. O silêncio, sem especulação de nomes, até à divulgação dos novos governantes e agora dos diretores regionais, onde nem em cafés se debatem possibilidades, não é mérito de Cordeiro na gestão das nomeações, é prova do desinteresse total dos Açorianos em saber quem nos irá governar. Houvesse curiosidade e pululavam nomes, uns atirados à sorte, outros à experiência no terreno, só que a população deste Arquipélago nem no ninho dos mexericos das redes sociais, onde abundam especuladores anónimos a gerir efeitos dos seus dizeres mostra qualquer interesse por este tema.

Se a reeleita Presidente da ALRAA diz que é preciso refletir sobre o afastamento da política, não deve ser apenas por estar preocupada com a abstenção, talvez tenha mesmo tomado consciência que uma democracia em que o povo não se envolve é um contrassenso e um sinal claro de um regime político excessivamente doente.

Este silêncio em torno dos eventuais nomes futuros de governantes é um grito ensurdecedor do desprezo dos Açorianos por quem gere o destino dos Açores e o resultado de desta forma de Autonomia e de Governar a Região.

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O meu artigo de hoje publicado no diário Incentivo:

OS AÇORIANOS ESCOLHERAM A CONTINUIDADE MAS OS FAIALENSES DISSERAM: BASTA!

Sempre tive consciência de que quando escrevia e pensava que o Faial ao longo dos últimos anos fora desfavorecido em investimento público face a outras ilhas da Região estava implícito que considerava que, pelo menos em termos de construção de projetos, nessas terras favorecidas do Arquipélago as suas populações poderiam ter razões para estar satisfeitas com o Governo dos Açores, pelo que se não votassem no partido que o apoiava é porque teriam outras razões de descontentamento diferentes das desta ilha tão prejudicada.

Assim, não estranhei que nas ilhas onde o Governo anterior fez mais investimentos e onde vivem mais Açorianos o PS-Açores fosse a força política mais votada nas legislativas do passado domingo. Não era coerente eu dizer que essas terras estavam a ser favorecidas em relação à minha e depois esperar que por lá a população também estivesse tão descontente como eu.

Todavia e olhando para o passado, já não era a primeira vez que o Faial após ser maltratado pelo Governo dos Açores vi aqueles que trataram mal os Faialenses ou os de cá que não nos defenderam não tinham sido punidos eleitoralmente pela maioria dos residentes nesta ilha, por isso tinha dúvidas se a população desta Terra tinha coragem de dizer: Basta de maus-tratos! Mas ao contrário do passado, desta vez dois em cada três dos votantes desta ilha disseram: Basta!

Efetivamente o Faial tem sido prejudicado face a outras terras do Arquipélago e muitos Faialenses tinham-se acomodado ao mau tratamento dado a esta ilha ou tinham-se deixado enganar, permitindo assim que esta situação continuasse impune.

Como não são os votos em urnas que validam as ideias ou condicionam o meu carácter, mesmo nas derrotas continuei a falar em defesa do Faial e agora penso continuar com a mesma persistência de sempre e insistirei nos projetos que considero fundamentais para esta ilha, nomeadamente: a melhoria das ligações aéreas e das condições de segurança da pista da Horta, como os dois principais problemas que condicionam a economia da ilha; a alertar para que se assegure que as obras encolhidas no porto não comprometem a sua operacionalidade futura; a reivindicar a variante para que o centro da cidade fique mais disponível para os peões e não sirva de zona principal de passagem do trânsito do lado sul para o norte da ilha e assim melhorar a qualidade de vida das pessoas na Horta e ainda continuarei a reclamar por investimentos económicos geradores de emprego que permitam às novas gerações ter trabalho para que aqui possam viver em condições dignas de forma sustentável. Sem esquecer outros como as valências do hospital, etc.

Contudo saber que dois terços dos votantes Faialenses estão descontentes com o facto de o Faial estar a ser maltratado e de ainda terem tido coragem de punir nas urnas quem tem votado contra os protestos pelo mau serviço da Azores Airlines, votado contra moções por lembrarem que a nossa Câmara deve liderar a defesa da nossa ilha e ainda desculpar o não atendimento das justas reivindicações de investimentos e promessas para esta Terra devido a diretrizes partidárias ou do Governo dos Açores, remetendo para segundo plano a defesa da população local, o último resultado eleitoral dá força a todos aqueles, todos mesmo, que têm mobilizado gente, levantado a voz, trabalhado e escrito em diversos locais, inclusive nos órgãos competentes onde estavam legitimamente eleitos como oposição para a necessidade do PS mudar de atitude em relação à cidade e a todo o concelho da Horta.

Na realidade muita da arrogância que vi resultou da impunidade dos eleitos como representantes dos Faialenses serem os porta-vozes e desculpadores do desinvestimento e maus-tratos que eram dados pelo poder ao Faial, precisamente vindo daqueles que tinham maior obrigação de defendê-lo, por terem mais força. Felizmente o povo Faialense numa esmagadora maioria agora disse: Basta!

Espero que aqueles que antes não foram punidos mudem agora de atitude sem retaliarem por terem sido justamente castigados, um cenário possível que receio e não elimino, desejo antes que vejam neste resultado uma forma de se redimirem e comecem finalmente a defender sem pruridos o Faial.

Não me custa colaborar com quem pensa ideologicamente diferente de mim ou pertence a um partido distinto se tal for em prol da minha terra. Mas doía ver a vanglória daqueles que maltrataram esta terra por se sentirem sempre perdoados pelos Faialenses dos seus maus-tratos ao Faial, usando o argumento das suas sucessivas vitórias mesmo após o mau serviço prestado à nossa ilha azul.

Não há motivo para baixar os braços na luta pela defesa do Faial, mas agora sabemos que o Faialense quer estar com aqueles que nesta ilha se esforçam para que as justas reivindicações desta terra se concretizem e espero que todas as forças política coloquem este objetivo como prioridade absoluta, sobretudo aquela que perdeu neste círculo e ganhou ao nível Açores, até porque tem um ano para demonstrar de que é capaz de reverter o mal que já permitiu e assim compensar o Faial.

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Num dia em que a maioria dos votantes Açorianos deu o seu voto à continuidade do Governo PS, no Faial e em contraciclo, dois em cada três Faialenses votaram num partido que se opunha ao PS e, inclusive, deram como força de ilha vencedora o PSD. Assim dois terços dos eleitores que se expressaram nas urnas disseram: Basta de o PS maltratar o Faial! Basta de sermos mal defendidos pelos deputados rosa que optaram por colocar em primeiro lugar as posições do partido em prejuízo do Faial! Basta de termos eleitos a votar contra os protestos aos maus-tratos à nossa ilha!

Há muito tempo que os Faialenses não puniam quem os maltratavam, agora disseram: BASTA!

Um desafio agora também se coloca a todos os representantes de dois terços dos Faialenses, não apenas aos dois deputados eleitos pelo PSD, mas sim a todas as forças políticas que nestes tempos atraíram o descontentamento dos Faialenses, existem divergências ideológicas e programáticas entre estas, mas espero que sejam capazes de unir as vozes e aos esforços para defenderem em primeiro lugar o Faial.

A todos os eleitos espero que doravante sejam vozes que defendam alto e a bom som o Faial e aqueles que antes se calaram e até tomaram posições contra o Faial tenham aprendido a lição e mudem de comportamento.

Hoje voltei a ter orgulho em ver os Faialenses serem capazes de protestar.

VIVA O FAIAL!

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O meu artigo de hoje no diário Incentivo

NOS 40 ANOS DE AUTONOMIA DOS AÇORES

Ao longo de 2016 tem-se comemorado os 40 anos de Autonomia dos Açores, infelizmente, em espírito poucas semelhanças subsistem entre o regime iniciado em 1976 e o que está agora em vigor, apesar da estrutura orgânica autonómica ser genericamente a mesma, só com ligeiras mudanças dos nomes oficiais e alterações de competências: um Parlamento Regional que legisla, um Governo Regional que executa e um Nomeado pela República que assegura a unidade nacional e o respeito pela Constituição neste território autónomo.

Se legalmente as principais mudanças resultaram de uma evolução positiva do Estatuto da Região Autónoma com um progressivo reforço das competências legislativas e, consequentemente, das capacidades executivas, bem como a conquista da coleta dos impostos na Região passar a ser integralmente uma receita dos Açores, enquanto em paralelo foi decorrendo um certo esvaziar do órgão tutelar da República, estes avanços políticos foram anulados por uma enfraquecimento do conceito de solidariedade inter-ilhas e do recuo na implementação de uma estratégia de desenvolvimento socioeconómico equitativo para todas as parcelas do Arquipélago e, neste domínio, a Autonomia regrediu muito.

Se o 25 de Abril de 1974 recebeu um Arquipélago composto de três distritos de costas viradas entre si, onde cada um implementava no seu território uma estratégia de desenvolvimento própria e independente da do vizinho geográfico, no ano de 1976, a Autonomia criou a identidade de uma Região única e de Povo Açoriano que se sobrepunha à identificação da ilha de origem ou de residência de cada um.

Infelizmente, 40 anos depois quase nada resta daquele modelo de união no Arquipélago. Hoje, domina a divisão dos Açorianos entre as nove ilhas, sobrepondo-se a vertente insular à identidade regional e as parcelas mais fortes vencem e atraem a si o máximo de investimento, enquanto semeiam a desunião entre as mais pequenas e frágeis, pois assim se reforçam as frações maiores e poderosas. Uma estratégia contra a proteção das ilhas menores e oposta à sonhada inicialmente. Divisão e desigualdade politicamente exercida pelo poder legislativo e executivo regional que até condiciona os eleitos das parcelas mais fracas a assumirem eles mesmo a defesa e desculpabilização do Governo nos seus atentados aos círculos eleitorais menos populosos, subentendendo-se o risco deles perderam a sua eleição no mandato seguinte, não pelo voto popular, mas apenas pela imposição da disciplina partidária que sustenta o executivo dos Açores que não aceita que os deputados desta terra ponham em primeiro lugar a defesa dos eleitores sua ilha.

Só assim se entende que no caso dos protestos sobre os cancelamentos das ligações a Lisboa pela SATA e da reivindicação dos investimentos necessários a melhorar a operacionalidade do aeroporto da Horta se tenha ouvido declarações de quem está do lado do poder a acusar as oposições em vez de eles mesmos assumirem a defesa dos interesses do Faial perante o Governo e ficaram ao lado do seu povo. Eis a nova estratégia autonómica: divisão inter-ilhas e divisão dentro da ilha para a enfraquecer e fortalecer as maiores. Deixou de ser o Povo do Faial quem mais aqui ordena para passar a ser a disciplina partidária de quem governa.

Só com esta mudança autonómica se entende que no passado para se fazerem obras no Quartel de Bombeiros não fosse necessário exigir a devolução da sede a ninguém e agora para que o Governo dos Açores construa um novo Quartel na ilha, aquela associação privada de Faialenses tenha que doar a sua casa-mãe à Câmara Municipal com a anuência do poder regional.

Só com esta mudança de modelo se entende que tenham sido eleitos pelo Faial do lado de quem nos governa que tenham assumido a defesa do Governo dos Açores para justificar a não execução do Estádio Mário Lino, que tenham aceite que para a Escola do Mar viesse para cá só depois de nos tirarem a Rádio Naval, que não criticassem que nos tenham encolhido a baía norte do porto da Horta e sem fazerem a segunda fase das obras previstas para a baía sul e ainda acusassem a oposição local do cancelamento da segunda fase da Variante depois deles adiarem ao longo de décadas esta obra para a Horta. Infelizmente, ainda há faialenses que não veem isto.

No passado houve uns Açores unidos em que coerentemente se lutava pelo desenvolvimento harmónico de toda a Região, um período onde o Faial recebia sem ter de perder. Hoje, assiste-se a que nem os eleitos pelo poder no Faial assumem a defesa desta terra, até são os advogados de defesa de quem nos ataca. Por isso há 40 anos a Sessão Inaugural da Assembleia Regional foi um acontecimento popular cheio de alegria e esperança e o Povo Faialense acorreu ao Amor da Pátria e encheu a rua para festejar o início da Autonomia, enquanto em 2016, a Cerimónia Evocativa dos 40 anos da Autonomia na atual Assembleia foi um triste evento para políticos sem despertar um interesse mínimo na população.

Tenho saudades da Autonomia de há 40 anos atrás, desta, há muito que deixei de ter razões para a celebrar. É pena, mas é a triste realidade ao ver o mau modelo de autonomia que nos últimos anos foi sendo implementado nos Açores e do qual o Faial se tornou na sua maior vítima.

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Dada a importância das atualizações, a partir de agora estas far-se-ão para o topo deste post ficando as informações mais antigas para o fundo do texto.

Atualização dia 2/9/2016 15h00

A tempestade tropical Gaston intensificou-se ligeiramente, está agora com ventos de 110 km/h, com rajadas mais fortes, deverá passar nas próximas horas ligeiramente a sul da costa sul das Flores, mas deverá afetar as ilhas do Grupo Central, nomeadamente Faial, Pico São Jorge e Graciosa, com ventos fortes e possibilidade de chuva intensa.

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Atualização dia 2/9/2016

Gaston deverá hoje atravessar os Açores, a sua rota desviou-se um pouco para sul passando entre as Flores e o Faial, no último comunicado do NHC os seus ventos haviam enfraquecido mais um pouco e eram na ordem dos 120 km/h com rajadas mais altas.

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Atualização 1/9/2016 15h00

Nada de significativo foi alterado em termos de rota, a previsão aponta para a ilha das Flores, os ventos continuam a diminuir, sendo na ordem dos 140 km/h, com rajadas mais fortes e deve começar a afetar os Açores na tarde de amanhã.

Atualização 1/9/2016 19h00

A previsão da rota presentemente é sobre a ilha das Flores, enfraqueceu ainda mais, possui agora ventos na ordem dos 150 km/h, com rajadas mais fortes, e tudo aponta que passe os Açores no final de sexta-feira como Tempestade Tropical.

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Atualização 1/9/2016 8h00

Nenhuma alteração significativa em relação à informação de ontem à noite, continua a trajetória mais próxima das Flores do que do Grupo Central e a tendência de chegar aos Açores como Tempestade Tropical.

Atualização 31/8/2016 21h30

No início da noite a boa notícia é que Gaston continua a enfraquecer, passando deixando a categoria 3 para passar a 2 e as intensidades de vento perto da sua zona central é de 165 km/h com rajadas mais fortes, a intempérie tem um raio de ação como furacão de 75 km e a sua aceleração em rota aponta para que chegue aos Açores na sexta-feira já como tempestade tropical.

Atualização 31/8/2016 15h30

Esta tarde pouca alteração houve em relação à anterior atualização em termos de rota, enquanto a sua intensidade diminuiu ligeiramente face a manhã, tendo agora junto ao seu centro ventos de 185 km/h com rajadas mais fortes e a sua deslocação acelerou podendo atingir os Açores já para o final de sexta-feira.

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ATUALIZAÇÃO 31/8/2016 10h

Uma ligeira deslocação para norte da trajetória perspetivada para a passagem do Gaton na região dos Açores face ao previsto durante a madrugada. No resto mantém-se, tal como toda a incerteza associada ao lugar por onde deverá atingir os Açores.

Post original abaixo

Gaston neste momento tem ventos na ordem dos 195 km/h e a sua rota estimada dirige-se para o Grupo Central, com passagem perto do Faial. Apesar de se prever que quando se aproximar dos Açores perca força e se transforme em Tempestade Tropical e a trajetória possa ainda mudar. Recomenda-se assim o seguimento das recomendações dos comunicados da Proteção Civil. Imagens do National Hurricane Center.

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A partir de hoje todas as atualizações desta intempérie neste blogue serão efetuadas neste post para evitar dispersão de consultas.

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