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Face ao que disse ontem à noite, quase tudo igual: trajetória a definir-se cada vez mais para perto das Flores e Corvo, sobre as ilhas ou um pouco a NW, o que melhora o cenário para o Faial face aos dias anteriores, mas retarda o momento da passagem dos ventos mais fortes no Grupo Central, ou seja o rabo do furacão como o povo lhe chama, que agora poderá ser mais pelo noite dentro ou madrugada fora.

Assim tudo aponta para termos algo típico de um dia de inverno ventoso, embora possam ocorrer chuvas por vezes intensas e risco de trovoada, tudo isto a desenvolver-se entre sábado e a manhã de domingo. Mantenho que devem acompanhar os comunicados da proteção civil ou NHC

Quanto à Joyce, os  modelos apontam agora que deverá passar a sul dos Açores sem afetar os Grupos Central e Ocidental. Menos uma preocupação.

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A partir de agora não se justifica novas atualizações sobre este tema, a não ser que haja mudanças de surpresa de última hora, é esperar, cumprir as medidas de segurança e manter a esperança que de facto nada de grave aconteça.

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Como já não nos bastasse as preocupações com Helene que deverá atravessar os Açores no sábado de manhã, já como tempestade tropical e cada vez a confirmar-se como alvo o Grupo Ocidental, temos agora que olhar também para outra tempestade gerada aqui perto: a Joyce ainda como sub-tropical; a passar por estas ilhas na noite de domingo, também como tempestade tropical e talvez novamente a apontar as Flores e Corvo. Em nenhum dos casos o Faial está fora da rotas de probabilidade de ser afetado e atravessado.

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Área de influência de Helene na região dos Açores

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Previsão de área de influência de Joyce, por estar ainda muito no início a margem de erro da trajetória deverá ser maior

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Continuo a recomendar o site do IPMA com maior atenção para os Açores e em Português ou o do NHC em inglês por norma mais atualizado e mais técnico.

Atualização manhã de 13 de setembro

Apesar do enfraquecimento de Helene como a rota está agora prevista entre o Faial e as Flores a situação para estes grupos pouco mudou, Joyce em teoria deverá atrasar-se para segunda-feira e assim tudo aponta para um avizinhar de dias de vento forte, mas talvez sem atingir a fúria de furacão, dois dias de inverno com muita chuva e vento.

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Atualização dia 13 início da noite

Helene cada vez mais fraco e em direção ao canal Faial-Flores, devendo atravessar perto da ilha azul na madrugada ou manhã de sábado, por agora os ventos rondam os 100 km/h, mas provavelmente deverão ser mais fracos e com rajadas no fim de semana a que se associa chuva que pode ser muito intensa. Joyce continua com um percurso desorganizado mas poderá afetar os Açores com chuva forte e ventos bem abaixo dos 100 km/hora e apenas como depressão tropical.

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Joyce

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Atualização 14 setembro meio dia

A pedido de várias pessoas por messenger, telemóvel e outras vias, segue então a atualização desta manhã relativamente ao Helene.
Em termos do que escrevi ontem à noite, a situação é a praticamente mesma e por isso não atualizara, ou seja, cada vez mais fraco logo prevê-se menos vento, mas muita chuva, existe já um alerta vermelho da Proteção Civil devido à chuva (recordo que desde o sismo de 1998 há menos casas junto a ribeiras no Faial e por isso nesta ilha temos tido menos inundações, mas pode sempre ocorrer alguma surpresa). É normal quando uma tempestade enfraquece ela como que se desfaça em chuva.
Relativamente a horas, continua previsto que o pior seja sábado… mas estamos no domínio das previsões.
O Joyce anda a vaguear e neste momento não se sabe quando nos decide visitar, mas deverá ser para mais tarde, para a semana, e talvez bem mais longe do Faial.

Continuo a recomendar que sigam a proteção civil no seguinte endereço: https://www.prociv.azores.gov.pt/noticias/avisos/

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Atualização dia 14 noite

Trajetória a definir-se cada vez mais para NW das Flores e Corvo, o que melhora o cenário para o Faial em termos de vento, que tende a ser algo típico de um dia de inverno ventoso, embora possam ocorrer chuvas por vezes intensas e risco de trovoada, tudo isto a desenvolver-se da tarde de sábado para a manhã de domingo. Mantenho que devem acompanhar os comunicados da proteção cilvil ou NHC
https://www.prociv.azores.gov.pt/noticias/avisos/

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A partir de agora que o furacão Helene se prevê poder atingir o Faial e outras ilhas do grupo Central e Ocidental dos Açores, provavelmente no próximo domingo e já como tempestade tropical, Mente Livre começará a fazer o acompanhamento possível das previsões, sem deixar de recomendar a atenção a ter com as indicações que a Proteção Civil der aos Açorianos. Resta desejar que sejam as piores previsões a falharem e que nada nos aconteça.

Hoje de manhã está assim: Post sujeito a atualizações periódicas.

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1.ª atualização: 21h dos Açores de 11 de setembro

Como se pode ver na imagem abaixo, no início da noite o risco para o Helene atingir o Arquipélago como tempestade tropical no fim de semana mantém-se, a probabilidade desta atravessar o Grupo Central permanece entre os 20 e os 30%, todavia dá-se um acréscimo significativo para Flores e Corvo que salta para o intervalo de 40-50%, indiciando uma tendência de passagem mais a ocidente do Faial do que de manhã, mas estamos sempre no campo das probabilidades.

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Para quem sabe inglês o local que considero mais atualizado é o oficial dos EUA National Hurricane Center e podem seguir o Helene por aqui, para quem não domina esta língua tanto o site do IPMA , como o da Proteção Civil dos Açores poderão ser os locais mais indicados, sendo que este emitirá comunicados oficiais para as nossas ilhas, apesar das páginas serem mais caóticas por sobreporem vários assuntos de interesse para além dos furacões.

2.ª atualização 7h45 de 12 de setembro

Se em termos de Grupo Central nesta manhã nada de novo e até para as Flores e Corvo, só que aqui cada vez mais se torna nítido o alinhamento das previsões de passagem sobre estas duas ilhas, sem aumento de probabilidade.

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Paralelamente outra tempestade está a formar-se junto aos Açores, mas ainda é cedo para saber a sua evolução em relação ao Arquipélago.

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Foi com grande alegria que ouvi a RTP-Açores noticiar que o Hospital de Ponta Delgada desenvolveu um teste rápido de deteção da leptospirose, o que pode salvar muita gente nos Açores onde esta doença é endémica. Quem, como eu, viu familiares queridos saudáveis serem ceifados em poucos dias por falta de diagnóstico a tempo só pode regojizar-se. Acresce que o método pode exportar-se para outros Países que sofrem de igual risco.

Espero agora que o Serviço Regional de Saúde permita estender o método de análise ao máximo de ilhas dos Açores e o mais rapidamente possível. Até porque ficou explícito que além de rápido não era caro, para que assim mais nenhum Açoriano sinta a dor da perda de familiares e amigos saudáveis contaminados por esta bactéria, cuja infeção é facilmente tratável se detetada precocemente, mesmo que por vezes com sequelas duradouras, mas mortal se não tratada a tempo.

Aos que desenvolveram o novo método no Hospital do Divino Espírito Santo os meus parabéns e votos para que esta doença deixe de ser motivo de preocupação de tantos Açorianos.

 

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Meu artigo de hoje no diário Incentivo

CONQUISTADO A FERROS E PELOS MÍNIMOS

Faz hoje dois meses que, com grande tristeza, fomos informados do encalhe da embarcação de passageiros “Mestre Simão” no porto da Madalena e se a primeira preocupação foi para o salvamento das pessoas, que felizmente correu bem, a segunda foi logo para a necessidade de se reduzir o efeito da indisponibilização deste navio na qualidade e quantidade do serviço de transporte de passageiros no Triângulo e, sobretudo, no canal Faial-Pico.

Apesar de tudo, o Governo dos Açores e o seu braço empresarial para este serviço: a Atlanticoline, deram a entender, após o reconhecimento da irrecuperabilidade do Mestre Simão, que iriam construir um novo navio com características “similares à que agora foi perdida” e deixaram entender que, até lá, daqui a mais de um ano ou mesmo dois, apenas recorreriam aos velhinhos cruzeiros trintões do tempo de Mota Amaral para colmatar esta falta.

Contudo, cedo ficou evidente que, pelo aumento de passageiros e viaturas a circular no Triângulo e Canal e os objetivos de desenvolvimento do turismo destas ilhas, esta solução era escassa.

Assim, foi preciso pressionar o Governo dos Açores, as redes sociais na internet começassem a mostrar inquietude e após a requisição do PSD-Açores na Comissão de Economia do Parlamento Regional para audição do Presidente da Atlanticoline sobre este problema, para que este falasse, finalmente, de uma tentativa para compensar esta falta até à chegada ao Triângulo da nova embarcação a encomendar. Novamente com outra ação escassa, diria mesmo minimalista, a tentativa de reaproveitar o velhinho navio que já deixara de operar “Expresso do Triângulo”.

Não sei porquê, mas qualquer decisão do Governo dos Açores e das suas empresas para bem das ilhas do Triângulo, mesmo que para as compensar de um desastre, como é este caso, tem sempre de ser tirada a ferros do executivo regional e, mesmo assim, gera, por norma, uma medida minimalista que não repõe entretanto a situação.

A verdade é que o maior avanço das últimas embarcações de passageiros para o Triângulo não foi o número de lugares ou a redução de tempo das viagens, mas sim, a possibilidade de agora também se transportar viaturas, permitindo uma melhoria evidente neste serviço quase 20 anos depois da saída da governação de Mota Amaral e, ao primeiro contratempo, infelizmente, já não são capazes de garantir no mercado outro navio que ofereça aquela condição que tínhamos desde há poucos anos, uma vez que o Expresso do Triângulo não assegura o transporte de carros, reduz-se esta oferta.

Tenho praticamente a certeza, vendo outras situações, que se algo de equivalente tivesse corrido lá por São Miguel, o Governo dos Açores, através da sua Atlanticoline, se desdobraria, e muito bem, para encontrar uma solução temporária que não fosse inferior à das condições anteriores ao encalhe.

Infelizmente, para o Triângulo as soluções são sempre diferentes e pelos mínimos, qualquer melhoramento ou minimização de incidentes num serviço público regional prestado às suas populações e economia tem sempre de ser arrancado a ferros, com um esforço redobrado, evidenciando-se assim a má vontade do Governo dos Açores para com as gentes destas ilhas.

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O CDS, o PSD e o PPM pretendem criar uma comissão de inquérito ao setor público regional, tem lógica, mas a ser a sério, acredito que muita coisa oculta se vai descobrir e não será boa. Isto até pode provocar uma revolução no setor, mas pode resultar que dos males insanáveis e das suas consequências impopulares o Governo venha ainda a acusar de falta de tato da oposição. Um risco.

Outro risco é mexer agora no regime de freguesias, na última o processo não foi bem feito, mas mexer novamente vai despertar muitos bairrismos entretanto aplacados que se replicam por milhares terras, um género de mexida que se sabe como começa mas dificilmente como acaba. Relvas podia ter muitos defeitos, mas neste processo chamou mais ódios a si do que ao executivo, não sei se agora será igual, se não for, para além de Cabrita haverá mais políticos chamuscados e só os adversários do Governo saberem aproveitar a bomba relógio que se quer mexer…. se souberem!

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Até o jornal de maior expressão dos Açores e o mais antigo de Portugal intitula a notícia com o nome próprio da pessoa que ocupa o cargo: Marcelo,  e não com a entidade que oficialmente faz a visita: o Presidente da República, evidenciando que neste caso o cidadão supera em popularidade o cargo. Vai ser bonito assistir a bajulação dos nossos governantes regionais à pessoa que não recomendaram para a presidência, isto para colherem as migalhas da sua popularidade, é que se nota bem a diferença entre o acompanhamento institucional e a aproximação interesseira.

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