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Posts Tagged ‘Benfica’

Há dois anos após uma derrota do Glorioso escrevia um post que poderia ser escrito hoje, então com o título:

Rui Vitória destrói a garra do Benfica

Um treinador que põe os jogadores a jogar sem tentarem ganhar as segundas bolas, a desistirem se sentem dificuldade em passar ou avançar quando estão com a bola, a não tentarem apanhar um passo mal feito do seu colega de equipa, a perderem bolas nas suas passagens simples entre si e, sobretudo, se do banco não é capaz de puxar para animar e tornar aguerridos o seu plantel: não é um treinador para o Benfica.

Rui Vitória hoje demonstrou, não tanto por questões táticas, mas sim psicológicas, não é capaz de puxar pela sua equipa e os colocar a jogar à Benfica, logo não é um treinador para  o Glorioso e por mim saía já hoje.

Há um plantel com problemas a meio campo, mas um treinador que precisa de génios para pôr a sua equipa a jogar bem, para isso qualquer emplastro serve, o Benfica precisa de um treinador capaz de pôr os seus jogadores a render o máximo e Rui Vitória, pior do que não ser capaz, é não ter garra para se esforçar em campo por isso.

Nesta época o Glorioso quando perde nem nos dá o orgulho de dizermos que apesar da derrota jogámos melhor. Torço pelo Benfica, mas não aceito ver um treinador a não saber puxar pela sua equipa. A paciência tem limites e Rui Vitória já me a esgotou este ano.”

Calei-me tendo em conta que apesar de o Benfica raramente jogar bem com Rui Vitória por norma vencia e até foi campeão, mas infelizmente o tempo voltou a dar-me razão e não sei a quem agradecer as conquistas alcançadas no tempo do atual treinador, mas suspeito cada vez mais que não se ficaram a dever à qualidade de Rui Vitória como treinador.

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Desde há muitos jogos que os erros em campo do Benfica são os mesmos, já nem vale a pena descrevê-los, de tanto se repetirem já todos os Benfiquistas os conhecem e melhor ainda os profissionais que trabalham para clubes adversários para assim inteligentemente os explorarem em seu proveito. Não assobio nunca o meu clube e os seus jogadores, mas não posso defender a repetição dos erros e tenho de apelar a que os corrijam e esta é a minha forma de ser solidário com o Glorioso.

Não custa ser Benfiquista nas vitórias que foram muitas nos últimos tempos, ser Benfiquista é estar ao lado do clube nos momentos difíceis que se seguem a qualquer derrota, mas também não se pode ser Benfiquista dizendo que está tudo bem quando existem erros repetitivos para se corrigir.

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Benfica

Vitória por 3:1 do Benfica sobre o Guimarães dá a primeira taça ao Glorioso Benfica logo no primeiro jogo oficial das provas nacionais de Portugal na época 2017-2018.

Muito longe de ser perfeito, sobretudo na segunda parte, a verdade é que justamente o Benfica venceu, num jogo com vídeo-árbitro, mostrando que em campo o Glorioso ainda se mantém o número um das equipas nacionais.

Agora ainda há muito para aperfeiçoar nesta equipa, mas da primeira vez que foi a sério, voltou o Benfica a levar a melhor e esta época seguramente não será uma época sem troféus para o Glorioso.

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Há duas coisas que odeio na linguagem futebolística: a demagogia e mentira que se iguala à da política para disfarçar o que não está bem; e a maledicência contra os adversários com graves acusações, semelhante à da política para enfraquecer os opositores. Falando claro: o plantel do Benfica tem problemas, nomeadamente lacunas graves a preencher e Rui Vitória sabe isso e eu sou benfiquista mas não aceito que me tomem por ingénuo.

Nem acredito que Rui Vitória esteja já satisfeito ainda com este plantel, nem eu estou. É desvalorizar a inteligência dos benfiquistas dizer isso agora, mesmo que aprenda mais e se corrija melhor os problemas para a época com os desaires da pré-época do que com os sucessos desta.

Contudo, para o que der e vier estou sempre ao lado do meu Benfica

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Não haja dúvida que na época 2016/2017 em futebol a prestação do Glorioso superou a de qualquer outro adversário nacional, não só pelo número de provas ganhas: Supertaça, Campeonato e Taça de Portugal, mas também pela longa permanência no primeiro lugar da classificação da Primeira Liga desde a 5.ª jornada até à última. É um feito, mas a época não foi perfeita e há aspetos para reflexão e a corrigir.

1.º O gabinete médico, é verdade que muitas lesões resultam de o Benfica defrontar adversários sempre sobremotivados pela especial honra que confere aos outros clubes jogarem bem e pontuarem perante o Glorioso, mas algo deve ir mal para ter acontecido tantos jogadores impossibilitados de jogar devido a problemas físico e não foram todos originados em momentos de futebol.

2.º O Benfica teve várias vezes resultados positivos em partidas em que jogou mal, pode-se dizer que não foi apenas sorte, é verdade que nem sempre o espetáculo melhor em campo é a estratégia adequada para se atingir o nosso objetivo, mas existiram problemas repetidos em determinados tipos de jogadas que importa resolver pois indiciam falhas persistentes:

  • eficácia – houve dias com grande eficácia de remates, outros não e muitos destes por falta de pontaria perante uma baliza escancarada, uma falha demasiado frequente para a categoria do Benfica atual;
  • decisão de remate – houve uma tendência excessiva para só tentar fazer o remate após se alcançar as condições ideais para tal, muitas vezes deixando passar a oportunidade do efeito surpresa ou dando tempo para que o adversário se reorganizasse e a tentativa de chutar à baliza gorava-se;
  • mudanças bruscas de flanco – algo que o Benfica praticou muito poucas vezes este ano, a tendência de atacar pelos lados e depois afunilar em vez de aproveitar a concentração dos adversários na faixa onde estava a bola com jogadores não marcados do outro lado foi uma raridade;
  • velocidade – não foi de facto algo que a equipa se tenha destacado, por norma era lenta quando passava da defesa ao ataque e isso dava tempo ao adversário organizar-se;
  • passagens – não só na defesa, mas sobretudo a meio-campo, o número de perdas de bola tendia a ser excessiva para uma equipa do valor do Benfica, muitas bolas foram recuperadas pelo adversário simplesmente por um princípio de quem recebe a bola esperar por ela no local para onde fora enviada e assim deixar-se ultrapassar pelo opositor que corria ao encontro da bola.

Dirão como é possível então um Benfica assim ser campeão?

É fácil perceber, a plantel não estava tão mau nos aspetos acima invocados, apenas tem ainda espaço de manobra para melhorar e apesar destas imperfeições, na verdade houve uma solidariedade e espírito de equipa que conseguiu ultrapassar muitos destes defeitos e nisto treinador, capitão, dirigentes, jogadores e muitos outros foram insuperáveis em Portugal.

Apenas desejo que o Benfica esteja sempre a melhorar e quando for perfeito, vou desejar que seja o clube Mais-que-perfeiro e continue na topo do futebol em Portugal e progrida internacionalmente. VIVA O BENFICA!

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benfica (1)

Um justo vencedor em campo, novamente com excesso de remates perdidos à baliza como da anterior vez com este adversário, e se na primeira parte o Benfica não superou, também não se inferiorizou ao Guimarães, para uma segunda parte onde foi rei e senhor da Taça de Portugal.

O videoárbitro não foi preciso, mas ficou evidente que se a arbitragem quiser ser tendenciosa num jogo não será este o meio de tal impedir.

Parabéns Glorioso Sport Lisboa e Benfica

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Meu artigo de hoje no diário Incentivo com reflexões múltiplas de ocorrências num dia ímpar.

REFLEXÕES SOBRE UM DIA MEMORÁVEL PARA PORTUGAL

Treze de maio de 2017 deve ficar na história como o dia em que os Portugueses mais extravasaram o seu brio Lusitano na sua história. Houve motivos de contentamento de âmbito global e transversais a várias áreas que fazem vibrar o íntimo das pessoas: a fé, para os que são crentes; a cultura, para os amantes da língua de Camões; a arte, para os que vibram com uma bela canção e a emotividade, para os fãs do futebol e do clube que mais adeptos tem no País.

A conquista do título europeu de futebol para a seleção nacional foi transversal às clubites, mas limitou-se sobretudo aos amantes de futebol. O 13 de maio de 2017 foi bem mais abrangente.

No campo religioso, o convite à oração para a Paz Mundial e Conversão das Pessoas que emanara de Fátima precisamente há 100 anos é ainda o fenómeno de fé de maior projeção do mundo Católico saído de Portugal no século XX e a celebração deste centenário com a vinda ao nosso País do Papa mais popular e consensual dos últimos tempos, não apenas tocou o íntimo de muitas consciências, como foi um evento de cobertura mediática global, colocando os Lusitanos nos holofotes à escala planetária e isto ajuda o ânimo dos Portugueses.

O fenómeno de Fátima não gera consensos no seio dos católicos, demais crentes e ateus e, se algumas críticas são feitas de forma honesta, igualmente existem ataques às movimentações e aproveitamentos em torno de Fátima cujo único objetivo é desvalorizar a força deste apelo à Oração para a Paz e Conversão retransmitido ao mundo por três crianças. Algo que incomoda muitos, não só pela sua exigência aos cristãos, como também, pela sua adversidade às razões antirreligiosas.

Sim, há discrepâncias entre a mensagem da Igreja e a prática seus fiéis, mas a razão de ser do apelo à Conversão em Fátima justifica-se precisamente por isso, porque os Cristãos não são perfeitos e existem essas contradições a corrigir e é bem mais difícil a luta permanente para se corrigir o mal, que tende a crescer em nós crentes como cogumelos em madeira podre, do que colocar-se de fora a apontar os males que com frequência aqueles são vencidos. Não deixa de ser claro que muita denúncia orgulhosa vinda fora das falhas dos cristãos serve para incentivar o abandono da fé, mas também para branquear a consciência de alguns agressores que desistiram dessa conversão.

Ainda no campo religioso, a canonização de Jacinta e Francisco Marto também me cria problemas na luta contínua de conversão. Formado e ligado às ciências da natureza sou por convicção defensor de explicações naturais e é bem mais fácil rejeitar qualquer milagre, dizendo que no futuro a ciência o explicará, do que do que ter a humildade de aceitar que a fé move montanhas que a física não consegue, lembro-me do agnóstico Sam Harris, que passou a ser desprezado por ateus após reconhecer que sempre houve e haverá fenómenos que a ciência não consegue cobrir e deveria ter a humildade de mesmo sem acreditar não combater a religião por preconceito. O que é bem diferente de desistir de procurar o esclarecimento dos fenómenos estranhos que ocorrem na natureza

No domínio da música, este grande dia 13 fica na memória pela primeira vitória de Portugal no festival da eurovisão da canção em 53 anos de presença nacional neste tipo de evento. Não só com uma composição que foge ao populismo de uma melodia fácil e banal, mas também com a coragem de a cantar em Português entre tantos países que desprezaram as suas línguas maternas para irem na onda da língua franca inglesa numa sessão cujo lema era a diversidade. Neste mundo que se deixa dominar pela epidemia contagiosa que confunde cultura com o comercial fácil que a globalização vende, foi uma lição dada por Luísa e Salvador Sobral não ter medo de serem eles próprios e de mostrar ao mundo a sua língua contra a maré da moda subserviente do pop anglo-saxónico.

Por fim, numa matéria que também não gera unanimidade: o tetracampeonato do Benfica foi um motivo de alegria para os adeptos do futebol do clube que reúne maior número de simpatizantes em Portugal. Os festejos celebraram-se de forma civilizada e cordial. Isto não é um antídoto suficiente para o envenenamento continuado que lavra no desporto nacional a partir de líderes e comentadores desportivos que passaram a época a semear ódios e a alimentar suspeitas de desonestidade dos adversários que podem germinar em discórdia e violência entre adeptos em competição doentes.

A competição e a rivalidade até podem ser saudáveis, pois criam dinâmicas no enfrentar o dia-a-dia. Pode-se fazer críticas aos adversários para os obrigar a melhorar a sua prestação, a política presta-se a esta conduta. Pode-se sobrevalorizar as nossas cores para incentivar as nossas equipas perante os concorrentes. Agora, semear ódios e desconfiança na honestidade dos oponentes e outros intervenientes que regulam uma competição ultrapassa a decência e as exigências da ética. Por isso se é enorme a alegria que o Benfica me deu, não deixo de respeitar os que não venceram e protesto contra esta tática que se está a generalizar em Portugal do envenenar permanente da competitividade desportiva com ódios para criar uma rivalidade doentia que desperta violência.

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