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Um jogo onde cada uma das equipas teve momentos de domínio, sem um vencedor nítido em campo, em que o Benfica sofre um golo de grande penalidade, fruto de uma infantilidade sua, e o Sporting sofre um golo de bola parada, mas cometeu três grandes penalidades que não foram marcadas, mas o futebol tem disto e não vou acusar ninguém de intencionalidade.

Um resultado que beneficia o Benfica, não que uma vitória beneficiasse o Sporting, mas sim a equipa que assistiu de bancada o jogo; o Porto, que esperava ser Jesus que lhe ofereceria um campeonato, não será neste momento, o Glorioso depende de si, o os azuis dependem não apenas de si, e, por isso: Honra ao Sporting pela sua prestação e Parabéns Benfica!

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A agressão a um árbitro por um jogador de Canelas, um clube distrital, chocou o País. Depois os telejornais informaram que a equipa já era conhecida internacionalmente por fenómenos de violência em jogo, vários outros clubes preferiram perder por falta de comparência em vez de se expor a tal plantel e o próprio treinador dá a entender que os seus jogadores apenas tem mais garra com o adversário, que o futebol não é tão suave como a natação. Com isto o Canelas está impunemente prestes a subir de divisão.

São muitos pormenores que se levantaram com este caso que evidenciam que algo vai mesmo muito mal no mundo do futebol oficialmente organizado.

Todas as semanas dezenas de comentadores e painelistas de futebol dissecam pormenores em câmara lenta e repetições de imagens para dar a entender que o desporto profissional não é uma atividade isenta, mas onde se jogam interesses a favor do clube adversário e assim vão paulatinamente semeando mais ódio entre os simpatizantes e sócios das várias partes em confronto.

O que se passou com o jogador do Canela é fruto deste apodrecimento progressivo que semeia violência em muitos espetadores e amantes de futebol.

Comentadores e canais de informação não precisam de apelar diretamente à violência para esta florescer nas mentes perturbadas de muitos, basta semear o ódio, a desconfiança e a sensação de injustiça intencional que a violência florescerá viçosa em muitos adeptos da modalidade e há anos que isto está a ser feito às claras e impunemente por interesse de guerras de audiências e intenção de pressão psicológica para obtenção de  resultados desportivos por métodos que não são de jogo em campo.

Isto não é ético nem moral, mas mantém-se no nosso Portugal e ninguém corrige isto, depois admirem-se que a situação venha ainda piorar e haja mortos.

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Ontem Guterres tomou posse como Secretário-Geral da ONU, o cargo diplomático internacional mais importante da Terra e Cristiano Ronaldo foi eleito mais uma vez como o melhor futebolista do Planeta, o desporto de maior afeição deste Globo. Ambos os casos prestigiam o nome de Portugal, mas o primeiro jurou isenção para não agir no interesse de nenhum País em particular, enquanto o segundo parte do sucesso se deve ao ter vestido a camisola Portuguesa que levou a sua nação ao título de campeã europeia.

Assim, embora haja motivo de orgulho pelos lugares de topo alcançados por estes dois cidadãos, há que ter consciência que Guterres nada pode fazer em particular para Portugal resolver os seus problemas, teremos de ser nós a ultrapassar as nossas dificuldades.

Já em relação a Cristiano Ronaldo, pelo menos tem a obrigação de lutar na seleção nacional para esta vencer os obstáculos que lhe venham a surgir nos próximos tempos.

Assim no campo político podemos ter muito prestígio diplomático, mas é uma presunção que em nada serve para sairmos da crise em que nos metemos, aliás já vimos isso no passado, não tirámos qualquer benefício na Europa quando o Presidente da Comissão Europeia foi um Português.

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Benfica

Não foi fácil, o Sporting bateu-se bem, valeu a melhor eficácia nos remates à baliza contra os verdes, a inter-ajuda na defesa encarnada e um grande guarda-redes no Benfica. Mas, felizmente ganhou o glorioso: Parabéns!

Uma vitória que sabe muito bem a fortalece o Glorioso.

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camepões

Foto: Sapo

Este campeonato mostrou que no mundo do Futebol e no País da Liberdade, Igualdade e Fraternidade uns são mais iguais que outros, desde as arbitragens, até ao comportamento da organização, passando pelo próprio país anfitrião, viram-se discriminações que só não são mais faladas agora em Portugal porque contra muitos somos mesmo CAMPEÕES!

Em primeiro lugar destaco a sobranceria e chauvinismo dos Franceses, depois de criticarem a seleção e de a menosprezarem, entraram em campo já convencidos da vitória e agressivos fisicamente, a forma como lesionaram Cristiano Ronaldo sem ser marcada uma falta fala, não apenas da atitude dos azuis, mas também da arbitragem e o aplauso ao culpado no momento da sua substituição fala muito de ser de certos gauleses.

Três penaltis a favor de Portugal ficaram por marcar em várias partidas anteriores, um lapso é normal, três indicia muito da predisposição de um grupo de juízes face à nossa seleção. A nomeação de um árbitro italiano para arbitrar o jogo França-Alemanha logo a seguir aos germânicos eliminarem a esquadra azzurra e de um britânico para a final, mesmo após os lusitanos derrotarem a última equipa britânica, são indícios preocupantes da transparência e isenção da UEFA depois de todos os escândalos de corrupção em que se tem visto envolvida.

Infelizmente o mau perder, o chauvinismo e a sobranceria da França, também subiu ao nível oficial, pois foi evidente com a insistência da cor azul na torre Eiffel após a derrota dos bleus e do desprezo ao verde e vermelho a iluminar aquele monumento na noite de glória dos Portugueses. Isto não foi um ato inocente de um cidadão gaulês de rua com cabeça quente ou menos formação, faz parte da organização do Estado anfitrião e mostra a baixa atitude de um país que pode ser poderoso, mas é pequeno em humildade e de carácter baixo. Mas estou certo que há Franceses que não são assim.

Portugal não fez jogos brilhantes na maioria dos seus 90 minutos, mas foi unido e apoiado pela maioria dos lusitanos, cá e lá, mesmo contra alguns comentadores e técnicos sempre dispostos a desvalorizar quem está por cima. Uma lição de que um Povo e uma Equipa com humildade, coragem e unidos vale muito mais do que certas invejas, potências mundiais chauvinistas e organizações enviesadas… e se o nosso pequeno e humilde País também se unisse plenamente para enfrentar estes potentados e vencer a crise que vimos a atravessar há uns anos, em vez de apenas reclamar contra a injustiça dos poderosos, suponho que também daríamos outra lição à Europa, pois o Futebol é apenas um dos retratos de outras realidades políticas do mundo em que vivemos.

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Está tudo dito…. GANHÁMOS, SOMOS CAMPEÕES, VIVA A SELEÇÃO DE FUTEBOL DE PORTUGAL! VIVA PORTUGAL!

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O meu artigo de ontem publicado no diário Incentivo:

DAS VITÓRIAS DE PORTUGAL À DO EGOÍSMO

A seleção de Portugal, embora sem ainda ter jogado de forma a destacar-se convincentemente bem e sem nunca ter vencido ou perdido no período dos 90 minutos regulamentares de jogo, tem sobrevivido e já chegou aos quartos-de-final do Euro2016, para alegria dos Portugueses depois de muita ansiedade e receio em que a equipa alimentou no coração dos Lusitanos.

Na partida com a Islândia a nossa seleção dominou em campo e embora aquele país insular também se tenha esforçado teve sorte e lá veio o empate, com a Áustria foi um jogo sem história e glória para ninguém e um empate perante um adversário mais fraco. O confronto com a Hungria foi impróprio para cardíacos, com golos disputados taco a taco a justificarem que os dois países irem à fase seguinte em novo empate. A recente disputa com a Croácia foi quase ver o filme da primeira partida ao contrário e acabou empatado aos 90 minutos, só que depois a sorte visitou-nos para mal dos axadrezados que foram eliminados por atacarem em permanência quase sem rematarem.

Como tudo está bom enquanto vai acabando em bem, por agora parecemos os maiores sem ainda termos brilhado, mas futebol também é isto, e para já a nossa seleção ainda alimenta no coração de todos Portugueses amantes desta modalidade a esperança de uma grande prestação de Portugal e eu continuo a torcer para atingirmos o patamar mais alto da Europa que sempre nos fugiu.

Já a Europa está a passar por um período sombrio com a vitória do Brexit no Reino Unido que leva a que este Estado deva abandonar a União Europeia (EU) por opção ligeiramente maioritária dos seus Povos. Todavia, importa lembrar que os motivos da opção de saída dos britânicos são, sobretudo, egoístas, como: (1) não se sujeitarem a regras comunitárias para acolher imigrantes de outros países da mesma União, que não só que lhes prestam serviços básicos, como ainda muitas vezes são os próprios cidadãos de origem a recusarem fazer por um orgulho nacionalista presunçoso e doentio; (2) não acolher refugiados vítimas de guerras onde os próprios britânicos foram ou são parte beligerante, recordo o papel ativo do País nas invasões e conflitos no médio oriente; (3) não querer ser um contribuinte líquido do orçamento comunitário, apesar de serem um dos Estados de maior riqueza per capita da UE recusam ser solidários por imposição com os membros mais pobres; (4) não se limitarem a regras comuns dentro do mercado aberto da EU, pretenderem um tratamento de exceção com regalias próprias contra uma cooperação ativa na Europa.

Todavia, também é verdade que nos aspetos económicos certos Estados mais pobres da EU têm culpas no alimentar destes egoísmos. Como explicar a um Britânico que após 31 anos de integração europeia o Reino Unido continue ainda a pagar défices e dívidas de Portugal e este País, como outros, depois de tanto dinheiro vindo dos mais ricos continue pobre e incapaz de desenvolver a sua economia? A falta de crescimento nos membros fracos leva à saturação dos mais fortes. Até se olharmos para os Açores vemos quantos já se sentem revoltados que após 40 anos de ajudas a algumas bolsas de pobreza na Região estas continuem pobres e alvo de programas de solidariedade à custa dos impostos de muitos que sentem dificuldades são forçados a pagar sem ver os beneficiários desses sacrifícios impostos pelos Governos ao longo de tantos anos saírem da miséria.

A verdade é que levar anos a pedir solidariedade também cansa a quem a paga, pior se quem pede não demonstra sinal de vencer as suas dificuldades ou vontade de se libertar do que para os que contribuem são vícios do sistema. Não tenho dúvidas que apesar dos muitos egoísmos dos mais ricos, nada é pior para a solidariedade do que estes deixarem de acreditar que esta pode ajudar.

Infelizmente, temos visto que na Europa do norte e rica existe um crescimento da saturação dos pedidos de solidariedade. Vimos protestos na Finlândia, na Holanda, no Luxemburgo e na Alemanha face os continuados apelos dos Estados do sul em crise e o Brexit mais não é que uma manifestação de egoísmo de um povo já historicamente famoso por ser nacionalista, orgulhoso e pouco prestável a ser solidário por imposição de terceiros, mas o pior é que com isto Portugal e outros Estados verão quão mais difícil os seus apelos de solidariedade serão atendidos devido à saturação dos mais ricos de onde vieram os subsídios que não serviram para tornar a nossa economia forte e capaz de competir em pé de igualdade na União Europeia.

Não sei se o Brexit será o princípio do fim da União Europeia, mas suspeito, sejam quais forem as mudanças dele resultante, que Portugal e os Açores terão cada vez mais dificuldades em viver à sombra de subsídios à nossa economia num modelo que nos tem mantido numa pobreza relativa e doentiamente dependente dos fundos comunitários que serviu para preservar políticos no poder ou enriquecer alguns particulares, em vez de tornar o País e o Arquipélago competitivo e rico.

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