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Posts Tagged ‘eleições’

Ganhou em toda a linha: António Costa e o PS.

Ganhou mais pelas causas do que pelo carisma do líder o PAN.

Ganhou o BE pela qualidade da candidata pela emergência no domínio do espetro mais à esquerda em Portugal.

Perdeu a CDU apesar da qualidade do candidato e pelo apagamento do domínio do partido no espetro mais à esquerda

Perdeu o PSD, por o partido ter desperdiçado as suas bandeiras na questão dos professores e na falta do líder na definição de uma alternativa ao PS.

Perdeu em toda a linha o CDS evidenciando que em Portugal não é pela direita musculada e conservadora o campo de expansão deste campo ideológico.

Perdeu Santana Lopes e toda a linha pois não é dividindo a direita que se une e não é estendendo-se mais para a direita que se conquista novos eleitores.

Perdeu a Iniciativa Liberal em toda a linha pois não é por dominar muito espaço nas redes sociais que se tem uma representação equivalente na sociedade.

Costa mostrou que na política é preciso saber jogar e o povo que não gosta de jogatanas política rende-se sempre quando as jogadas são bem arquitetadas, a questão dos professores mostrou bem a diferença entre o bluff com estilo em Costa e o oportunismo do bluff em Rio.

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Votar para a Europa sem nenhum partido apresentar o que pretende para esta Europa? Não será mesmo um apelo à abstenção?

Já deu para ver que estas eleições apenas devem mobilizar os que já estão de facto politizados como os filiados ativos em partidos ou ideologicamente obsessivos para marcar força eleitoral no seu campo…

Fazer destas eleições uma primeira volta para as legislativas é mais um passo para desacreditar a própria democracia.

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Meu artigo de hoje terça, dia 21 no diário do Faial “Incentivo”.

ELES COM OS LOUROS, NÓS COM A CONTA

  1. Estamos em período de campanha para as eleições ao Parlamento Europeu, tenho assistido a uma roda-viva de candidatos e partidos a falar dos problemas do País que não são da competência daquele Órgão e não vi ninguém referir questões cuja resolução esteja nas mãos da União Europeia, embora saiba que as obras de âmbito nacional e regional são, na sua maioria, pagas por fundos comunitários e quando se faz qualquer coisa por cá, os políticos portugueses colhem os louros como se tivessem pago e quando por má-vontade destes ou incompetência não se fazem atiram as culpas para a Europa.

Lembro-me que há uns meses atrás, numa sessão no Amor da Pátria, falou um Eurodeputado, agora considerado o eleito português mais influente naquele Parlamento, deixou claro haver condições de a ampliação adequada e pretendida pelos Faialenses para a pista do aeroporto da Horta ter cabimento e ser convenientemente apoiada por fundos Comunitários. A verdade é que até ao momento da escrita deste artigo paira silêncio sobre esta matéria, apesar de alguns andarem a tentar tirar louros sobre este processo sem nunca se ver ao certo e a tempo a luz ao fundo do túnel que garanta que esta obra vai mesmo ser feita. Para este projeto, o ainda eurodeputado referiu que os governantes de cá nada pareciam querer aproveitar a possibilidade- Já sobre a variante, os de cá não a fizeram quando deviam e depois culparam a União Europeia de já não financiar a obra.

Uma coisa eu suspeito: quando chegar novamente a hora da verdade na questão do aeroporto os culpados do que correr mal vão lavar as suas mãos, mas vão chamar a si louros de esforços que camuflaram má vontade política do Governo e as contas serão sempre sentidas pelo Povo Faialense.

  1. Não haja dúvida que Joe Berardo distingue-se de muitos políticos que nos tem desgovernado por ser menos hipócrita, embora igual em oportunismo. Já me parece evidente como vai acabar o escândalo das declarações descaradas do ainda Comendador na Comissão Parlamentar de Inquérito sobre aos desvarios financeiros da Caixa: esta vai-se transformar numa oportunidade de ouro para um pacote de sonsos governantes e seus nomeados gestores,que têm destruído as finanças de Portugal e se servido do País impunemente,lavarem mais uma vez as suas culpas pelos maus acordos que fizerem com privados em prejuízo do Estado e da Banca para colher louros políticos de curto prazo e atirando os riscos da conta para longo prazo e para o Povo.

Cruzando os dados, eu suspeito que a evolução deste caso terá uma destas conclusões: a banca (cujos prejuízos de má gestão e interesses políticos têm resultado em injeções de dinheiro pago pelos cidadãos) ou irá conseguir a penhora das obras de arte para tapar as suas dívidas e vende-as ao Estado para que os compromissos culturais deste assegurem a exposição da coleção, ou o Governo a compra diretamente e injeta verbas nos buracos dos bancos, de qualquer forma, a despesa será coberta pelos impostos dos cidadãos, enquanto os políticos dirão que preservaram um espólio de grande interesse público para daí tirarem mais dividendos. Resumindo: os sonsos governantes e gestores combinados fizeram asneira da grossa neste negócio, mas no fim, sempre pagará o Povo e os culpados maiores tentarão ainda tirar louros públicos e sair a ganhar da má gestão.

A dúvida que ainda tenho é se Joe Berardo, que neste momento está a ser o único bode expiatório de toda esta gente sonsa culpada e coligada, sairá incólume mais uma vez ou chamuscado.

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Seria incapaz de votar numa pessoa após as declarações avulsas terríveis, dementes, não democráticas e sem programa para o Pais como as de Bolsonaro. Só que se Haddad não tem imagem de corrupto, mostrou alguns princípios e até me parece mais confiável, os Brasileiros que não o rejeitam mas são contra a corrupção que a ele se amarra através do PT, confesso que a corrupção é tão terrífica que é capaz de em democracia levar ao desespero de pessoas votarem em alguém não democrata.

Uma coisa parece-me evidente, se Haddad vencesse depois desta campanha teria de derrotar a corrupção para a democracia também não implodir no Brasil, o que me parece muito difícil, só que não vejo mesmo nenhuma hipótese de Bolsonaro limpar as instituições do País que penso estarem fortemente minadas pela corrupção, por um conservadorismo doentio e Jair nunca fez nenhuma declaração racional que lhe mostrasse competência neste combate pelas liberdades e garantias dos cidadãos, apenas disse barbaridades.

Como não auguro nada de bom para este País, espero que Deus exista e tenha compaixão do Brasil.

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Neste post evidenciara semelhanças entre Centeno e Maria Luís Albuquerque (talvez escândalo para quem não gosta desta verdade e dos sindicatos que engoliram as cativações que são cortes no setor público) O atual apoio de Merkel à candidatura de Centeno ao eurogrupo só reforça o que disse. Se vier a presidir, enquanto por cá as coisas correrem bem, ótimo! Se não: então Costa deixará de poder atirar culpas a eventuais exigências de Bruxelas.

Na Europa, quando Portugal conquistou um posto de maior visibilidade política, a governação por cá entrou em declínio: Durão para Bruxelas permitiu o descalabro de Santana e depois o desastre de Sócrates.

Agora veremos como acontecerá se Centeno tiver de defender o euro enquanto por cá as antipatias monetárias do BE e da CDU são contra a mesma moeda e tiverem de ser solidários com o governo.

Talvez para Centeno não seja uma má aposta, quiçá um seguro em caso de uma crise económica ou uma dificuldade financeira em Portugal, mas suspeito que resulte num risco futuro muito elevado para Costa.

Assumo que desejo boa sorte sobretudo para Portugal…

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Meu artigo de hoje no diário Incentivo sobre as autárquicas no Faial:

LEGITIMIDADE POPULAR E UM REPTO AOS VENCEDORES

Terminei o anterior artigo de opinião aqui no Incentivo concluindo: “respeitarei qualquer resultado das próximas autárquicas mas aposto na mudança.” Assim sendo, logicamente aceito agora a opção que resultou da contagem dos votos dos Faialenses que se deslocaram às assembleias de voto no passado domingo.
Foi um resultado honroso para aqueles que queriam mudança e se reuniram em torno da coligação Acreditar no Faial, grandes vitórias em muitas freguesias, na Assembleia Municipal mas o objetivo principal era de facto liderar o Governo do Faial ou seja a Câmara Municipal e esse não foi alcançado. O vencedor num regime democrático adquire legitimidade para governar de acordo com a expressão eleitoral que foi obtida através dos votos válidos depositados livremente em urna.
Todavia deixo claro: legitimidade democrática em eleições não é sinónimo de validação da não razão que suporta uma opinião diferente. Por isso assiste-me também o direito de manter as minhas ideias independentemente de a maioria ter discordado de mim. O regresso de voos redondos no próprio dia das eleições que fora denunciado durante a campanha eleitoral e retirados segundo se deu a entender a pedido do recandidato Presidente da Câmara vieram dar-me razão, o poder político dos Açores não joga limpo com o Faial.
Sou uma pessoa que respeita as regras do jogo democrático, mesmo que por vezes o poder não o faça de forma limpa, mas também sou um indivíduo de convicções refletidas e amadurecidas e por isso continuo a assumir que preferia que Carlos Ferreira tivesse vencido por ainda pensar que era o melhor para o Faial, mas não foi neste sentido que a maioria dos Faialenses se manifestou quando se expressou no passado dia 1 de outubro.
Por vontade própria pedira para não ser colocado em posições elegíveis para os órgãos municipais nas listas em que me convidaram e aceitara integrar nestas autárquicas, pelo que independente dos resultados que viessem a acontecer, eu estava seguro que ao fim de 24 anos deixaria por agora a atividade institucional autárquica ao nível concelhio. Todavia, mesmo cansado de décadas sempre deixei claro com quem falei que esta saída não seria uma desistência pessoal de vida pública ativa, continuarei a defender o Faial como um simples cidadão. Assim, enquanto tiver possibilidades, aqui ou noutros espaços não deixarei de expressar as minhas opiniões sobre o que considero mais importante dizer em prol da defesa dos interesses desta Terra.
Confesso até que me seria mais doloroso ser desiludido por uma má prestação daqueles que apoiei nestas eleições caso não correspondessem às minhas expectativas, por isso fruto dos resultados eleitorais ficou intata a esperança de que teriam sido bons autarcas. O reaparecimento dos voos redondos após o fim da campanha mostra bem que eu estava do lado do jogo limpo, o que também me é reconfortante.
Na minha luta autárquica de décadas e na minha vida pública sempre esteve em primeiro lugar a defesa do Faial. Assim não tenho complexo em deixar claro que prefiro até que os atuais vencedores me venham a surpreender pela positiva e me deem razões para ficar bem impressionado com eles, continuo a desejar que finalmente consigam dar o tal impulso ao desenvolvimento do Faial que faltou nas últimas décadas por culpa de quem nos representou ao nível de ilha e sobretudo do poder regional, mas apesar disto, têm sido sucessivamete reeleitos pelos Faialenses e há que respeitar.
Assim e embora ainda não convencido, deixo aqui o repto aos vencedores: surpreendam-me finalmente pela positiva para bem do Faial!
Sou um bairrista convicto defensor desta Terra, não para atacar qualquer outra parcela Açoriana, mas por sonhar e desejar o melhor para esta ilha. Foi o bem desta ilha que sempre me moveu e me deu força para não desistir da vida autárquica durante tantos anos, por insisto de novo: supreendam-me pela positiva alcançando o desenvolvimento que tanto falta faz ao Faial e o concelho da Horta bem merece.

Carlos Faria

Sugestões e crítica: cefaria@hotmail.com

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Foi com a mensagem em título para se aproveitar as eleições do próximo domingo como a grande oportunidade para haver uma mudança de atitude da Câmara Municipal da Horta em prol dos Faialenses que Carlos Ferreira deu o mote ao seu discurso na freguesia das Angústias perante uma enorme multidão de gente desta ilha. A partir de agora é consigo, mas eu quero Acreditar no Faial.

Carlos Ferreira, com um currículo profissional de excelência, já agraciado pelo bom desempenho nas suas funções com medalhas de mérito atribuídas pela Câmara Municipal da Horta, passando pelo Governo da República e até à Presidência da República é de facto a esperança para que um cidadão independente nascido de gente humilde na Horta possa reunir as condições para mudar o Faial e a ilha sair deste marasmo em que caiu ao longo das últimas décadas.

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– Para mim vocês são todos iguais…Ah!… Mas não me lembro da Câmara da Horta ser governada por gente de outro partido além do atual!

– Pois… para haver democracia não podem ser todos do mesmo partido, senão não podíamos escolher. Os senhores são necessários!

– Por mim são todos bem-vindos, já brindei o PS como estou a brindar os senhores e se vierem cá os comunistas, brindo-os da mesma maneira e o meu voto está escolhido.

Não haja dúvida, as campanhas eleitorais mostram que há muita gente merecedora de respeito cujo saber político com que trata quem se envolve civicamente na luta democrática dá força à pluralidade de ideias e mantém viva a democracia.

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pavilhão

O pavilhão das Angústias esgotou, anexou-se uma tenda que encheu e não couberam todos, foi preciso buscar mesas e cadeiras para dispersar mais gente em torno das zonas de serviço para receber e sentar a multidão de Faialenses que foi apoiar a mudança em curso por Carlos Ferreira e o desejo de se voltar a Acreditar no Faial. O fim dos subserviência a São Miguel está no ar, os Faialenses estão a perder o medo de quem os tem oprimido e espero que muitos mais Faialenses contribuam para a mudança no próximo dia 1 de outubro. Já somos muitos a apostar a mudança

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Primeira foto deste post da autoria de Souto Gonçalves.

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Após 28 anos com o mesmo partido na Câmara da Horta, com vícios de décadas e sem mudança, gostaria de ainda ver a Horta governada por gente diferente e não subserviente a São Miguel.

Pessoas com capacidade de liderança, sem medo, sem censurar jovens ou criticar jornais daquilo que são eles os culpados.

Queria um Presidente que fosse um líder e capaz de pôr ao seu lado os adversários para reforçar o poder reivindicativo do Faial, alguém que recuperasse do tempo já perdido e fizesse avançar o Faial no conjunto dos Açores. Queria um Presidente que pensasse bem os investimentos municipais para esta ilha e olhasse o campo tanto quanto a cidade.

Desejaria ver gente com coragem de estar ao pé dos Faialenses e sem medo de estar ao lado do seu povo como aconteceu cobardemente na manifestação de setembro 2016.

Preferia gente que não precisasse de perder eleições para só a seguir mostrar obra feita à pressa ou lançar projetos em série a menos de um mês das eleições como se eu fosse um parvo e não percebesse a maldade.

Mas respeitarei qualquer resultado das próximas autárquicas, a escolha é de todos e sempre fui um democrata convicto, continuarei a defender a minha ilha independentemente de quem ganhar com a minhas palavras e as minhas ideias, mas para já aposto na mudança Acreditar no Faial e em Carlos Ferreira.

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