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Archive for the ‘Regional’ Category

Meu artigo de 19 de maio no diário Incentivo:

DESCONFINAMENTO COM OPORTUNIDADES PERDIDAS, LAPSOS E INCÓGNITAS

Em março escrevi aqui no Incentivo que “Em todas as crises há oportunidades a aproveitar e dificuldades a vencer e esta não será diferente” O desafio que deixei era para quem tivesse poder de influência e de decisão aprendesse com os ensinamentos que se obtivessem desta situação anormal da pandemia e extraísse o máximo em prol do bem da sociedade e minimizasse os males desta crise.

Se o inferno esta cheio de boas intenções, a vida está cheia de oportunidades perdidas: umas porque não houve inteligência para vislumbrar as possibilidades que surgiram, outras, talvez na maioria dos casos, porque aproveitá-las implicaria mudar e muitos preferem voltar ao conforto passado e temem dar um salto em frente, mesmo que isto corrija erros tolerados e elimine preconceitos.

O fim da situação de emergência, do confinamento e regresso à normalidade nos Açores está a ser moldado pelo objetivo de voltar ao passado sem aproveitar ensinamentos obtidos, é como se tudo pudesse regressar ao mesmo. Assim, desprezam-se situações testadas que melhorariam problemas anteriores: a ideia de que tudo vai ficar bem, não quer dizer ficar tudo na mesma.

O Governo dos Açores testou intensamente o teletrabalho, viu que funciona bem em muitas situações e sei de casos com melhorias de produtividade e bem-estar de trabalhadores, mas depois de fixar por escrito nas medidas de retorno à normalidade “Abertura dos serviços da Administração Regional, mantendo o regime de teletrabalho em todos os casos em que isso seja possível” temeu os preconceitos antigos e limitou-o apenas aos grupos de risco e excluiu todos os casos em que tal fosse possível, impôs trabalho presencial a todos os funcionários sem negociar, por vezes em piores condições só para repor o passado! Quem denuncia isto arrisca-se a ser acusado de prejudicar a luta ao covid e o unanimismo criado nestes tempos permite desperdiçar esta oportunidade de mudar. Trabalhar em gabinetes lotados, com máscara, óculos, rinite, etc. só para repor o passado não é ficar tudo bem e melhorar o ambiente pela redução de trânsito volta a ser desaprendido.

Nas suas medidas o Governo dos Açores não teve em atenção a realidade de que Faial e Pico tem povos siameses, preservou aqui uma cerca injustificável, pior que a das concelhias em S Miguel em período de contaminação local, isto porque a unidade com que trabalhou foi “ilha”. Há medidas para idosos que andam na rua, vivem isolados ou estão institucionalizados, mas não para os de idade mais avançada que já pouco ou nada saem para obrigações sociais, mas não-institucionalizados e integrados em famílias que trabalham. Estes, por vezes doentes e suas famílias ficaram em situação pior que antes da pandemia, pois foi agravada por riscos de contágio inerentes à necessidade de circulação dos que compartilham a habitação, mas sem as alternativas de acompanhamento como quem tem crianças. Um lapso, uma incapacidade ou só desinteresse?

Não conheço o sistema de funcionamento do ensino para comentar o retorno, o modelo de regresso à normalidade tem virtudes, é necessário, mas também tem oportunidades perdidas, omissões e tem riscos associados a grandes incógnitas: como sobreviverá o Turismo, o comércio e certas indústrias? qual a dimensão do desemprego? Como será a solidariedade institucional da Europa e Lisboa?

O Governo pode melhorar o seu plano, não penso que se vence uma ameaça de saúde pública como uma crise financeira, escrevo medidas possíveis ou em falta, mas respeito as impostas. Não abro uma guerra política escudada numa Constituição pensada por juristas e políticos que a moldaram em tempo de revolução ideológica pouco atenta às leis da Natureza e feita por gente mais próxima de ciências sociais do que naturais. Outra lição desta crise é: a Constituição é que se deve adaptar às leis da Natureza e não esta às leis do Homem. Talvez outra oportunidade que se vai desperdiçar…

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Concordo plenamente com a conveniência de se manter em confinamento quem vem do exterior da Região para os Açores, se Vasco Cordeiro procedeu juridicamente da forma adequada ou se esta necessidade real está prevista na Lei ou se é esta que não está adaptada à realidade, não sei, nem discuto…

Agora, mesmo reconhecendo a necessidade do confinamento, discordo do tratamento de pagamento diferenciado de quem sendo Português vem cá, suportando o Governo dos Açores o encargo do alojamento confinado exclusivamente a quem for residente nos Açores. Sei que para muitos Açorianos esta medida pode ser popular, mas não é correto nem justo discriminar os cidadãos deste País pela terra onde vivem, impondo-lhes um encargo extraordinário por um serviço não pretendido pela pessoa que o paga e reabre novas feridas na solidariedade institucional e financeira entre Região e o Continente.

No passado já tivemos conflitos em termos de pagamentos de tratamento de utentes do Serviço Regional de Saúde que tiveram de se deslocar ao Continente e vice-versa. Num futuro mais ou menos próximo, os Açores terão de enfrentar novas calamidades vindas de tempestades, sismos, vulcões, etc., nessa hora a Região vai pedir novamente a solidariedade nacional.

Só que estes comportamentos ostensivos no presente vindos do Governo dos Açores não favorecem um relacionamento harmonioso e solidário em futuras crises e suspeito que serão os Açorianos quem mais perderão.

Não havia necessidade disto senhor Presidente dos Governo Regional.

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Meu artigo no diário Incentivo:

É NATAL… MAS DISPENSAVA ESTAS PALHAÇADAS

As últimas semanas evidenciaram como os nossos Governantes e seus nomeados andam a brincar com os Faialenses e a fazer de nós parvos. Tento não embarcar neste vocabulário, mas a verdade é que andam a gozar descaradamente connosco e quem não se sente não é filho de boa gente.

O Presidente da Câmara de Comércio da Horta esteve reunido com o Secretário de Estado das Comunicações e Infraestruturas do Governo da República onde se discutiu a questão do aeroporto do Faial. Ficou-se a saber da encomenda de mais um estudo, agora ao LNEC e ainda por acabar, como se isto fosse um assunto novo e o Governo tivesse a começar a estudar. Não! A questão deste aeroporto tem décadas e todos andam a adiar o problema com mais estudos como desculpa para não chegar a uma decisão que todos sabem qual é necessária: a ampliação da pista de forma a garantir a sua utilização sem constrangimentos dos aviões com dimensões que assegurem o pleno desenvolvimento da Faial e Triângulo. Isto é público e o mínimo é conhecido por todos há muito.

Assim não me venham falar de novas encomendas de estudos! Contudo, o governante para arranjar mais um problema, lançou o boato da eventual necessidade de ter de mexer-se com o Morro de Castelo Branco. Eis que após anos a discutir-se o assunto ele foi capaz de pôr um novo obstáculo na mesa, algo que nunca existiu nem existe como tem sido demonstrado em todos os velhos estudos.

Mas esta palhaçada não acaba aqui, voltou a brincar-se com a questão do financiamento. Aqui, o Secretário de Estado voltou a incluir o Governo Regional, como se este já não tivesse publicamente se descartado dizendo que não estava para financiar a ANA e como se Vasco Cordeiro e o governante não fossem todos do mesmo partido e não estivessem a estratégia articulada.

Gozam connosco cada vez mais descaradamente e, apesar de ser Natal, não gosto deste circo.

Mas isto de gozar não acaba aqui nem se limita aos Faialenses. Ainda há um mês aqui escrevi que não era suficiente termos como administrador da empresa do Governo dos Açores de transportes aéreos, a SATA, uma pessoa competente na matéria para que pudéssemos ficar descansados.

Em audiência no Parlamento Regional, Luís Rodrigues deixou claro que a reestruturação da SATA vai doer. A quem? Em quê? Onde? ou Como? Ainda não sabe, ainda não estudou bem o assunto. Assim o novo Presidente do Conselho de Administração da SATA não esclareceu nada, nem apresentou uma única ideia. Evidentemente que com esta palhaçada nenhum deputado poderia ficar satisfeito e teria de criticar a audição. Mas não, eis que o representante da bancada do único partido que apoia o Governo dos Açores, o dono da SATA, discorda dos que lamentaram a falta de esclarecimentos que foram todos os outros. Para ele os “não sei” foi suficiente.

Entretanto, em janeiro Luís Rodrigues toma posse mas até ao verão vai repartir a sua atenção entre a SATA nos Açores e compromissos académicos no Continente e só depois de meio ano é que ficará a tempo inteiro a gerir a empresa a doer. Ah! Já me esquecia, ele ao menos já sabe quanto vai ganhar, mas eu não sei. Assim continuam as palhaçadas na gestão da transportadora aérea regional.

Como estamos em meados de dezembro, época de circo cujos argumentos já vos deixei, envio a todos os leitores os meus votos de Boas Festas e de Feliz Ano Novo!

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Meu artigo publicado hoje no diário Incentivo da cidade da Horta

COMPETÊNCIA NÃO BASTA

No passado dia 13 os Açorianos conheceram o nome do novo Presidente do Conselho de Administração da SATA: Luís Rodrigues, nomeado pelo dono do grupo: o Governo dos Açores.

O escolhido tem no seu currículo o desempenho de cargos de Administrador Executivo e de Presidente do Conselho de Administração de empresas do Grupo TAP, o que à partida garante ter conhecimentos na área de gestão financeira e comercial de transportes aéreos de passageiros, ao contrário do seu antecessor que numa declaração infeliz durante uma entrevista no início do seu mandato deixou transparecer a sua ignorância para a matéria em que fora empossado.

Se tal currículo pode dar garantias de potencial capacidade individual do nomeado para o cargo em questão, infelizmente tal não afiança que Luís Rodrigues possa gerir convenientemente o grupo SATA. Pois, além do novo líder desta administração ter de articular uma boa gestão financeira e comercial das empresas envolvidas com as necessidades a prover ao nível de serviço público de transporte aéreo de passageiros, cargas e acessibilidades aos Açores, ele continuará sujeito aos riscos resultantes dos interesses políticos dos governantes da Região e seus devaneios irracionais ao tutelarem esta empresa pública.

Desengane-se desde já quem acima perspetivou uma pretensão a defender a privatização, no todo ou em parte, do grupo SATA. Nada disso. Sobre esta opção não me pronuncio neste artigo, aliás, quem já pretendeu vender a privados a empresa Azores Airlines foi o socialista Governo dos Açores e as críticas que então lhe enderecei nesse campo foi do desastroso modo como conduziu o processo e escondeu aos Açorianos o fiasco daí resultante nas negociações com os pretendentes islandeses.

O que quero realçar é o facto de que no passado a SATA já teve administradores competentes e afastados dos cargos pelas interferências absurdas impostas pela tutela e com denúncias de erros crassos nas opções estratégicas de gestão e compra de equipamento que o Governo dos Açores impunha à empresa pública. Situações cujo tempo veio dar plena razão aos primeiros sem nenhum mea culpa (máxima culpa mesmo) assumida pelo Excetivo Regional, o que desembocou no descalabro financeiro do grupo e na degradação colossal da qualidade do serviço de transporte de passageiros e carga ao Arquipélago com reflexos negativos bem evidentes nas ilhas do Faial e Pico.

Lembro-me dos avisos públicos havidos ao anúncio de rotas não rentáveis que nem interessavam aos Açorianos e na compra de aviões que não se adequavam a vários aeroportos das ilhas, quando já era necessário melhorar o serviço e cujos encargos daí resultantes só agravaram o que estava mal. Infelizmente não foram esses bons administradores que levaram água ao seu moinho, mas sim a teimosia irracional de certos governantes que ainda vão tutelar Luís Rodrigues e os mais recentes administradores que foram sobretudo subservientes à irracionalidade destes políticos que continuam a mandar sem nunca terem sido responsabilizados pelo descalabro que provocaram na SATA.

Assim, embora a carreira do novo administrador indicie capacidades para implementar uma boa gestão na SATA, tal não garante que possa tapar os gigantes buracos feitos e muito menos impor-se às vontades irracionais de certos governantes regionais e não é justo apagar agora da memória os bons administradores afastados do cargo por teimosia dos políticos que têm destruído a SATA.

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As notícias ao longo da noite não foram sempre boas, no início deste domingo Lorenzo atingiu a categoria máxima na escala Saffir-Simpson: 5, contudo, pela madrugada voltou ao descer a 4 e a rota mais previsível deslocou-se um pouco para oeste afastando-se do Faial mas deixando as Flores mais exposto aos ventos mais fortes do vórtice do seu lado leste.

Lorenzo V2

Mantém-se a previsão de que o furacão irá atravessar os Açores com uma força próxima da transição de categoria entre 1 e 2, pelo que tudo aponta que seremos atingidos e algumas ilhas provavelmente muito intensamente.

Lorenzo T2

O mar continuará alteroso podendo atingir ondas perto de 17m de altura nalgumas ilhas e baías, neste momento perspetiva-se o pior cenário para a ilha das Flores.

Lorenzo2

Este evoluir obriga a seguir com atenção os comunicados oficiais da Proteção Civil dos Açores e tomar as recomendações típicas destas situações.

Para acompanhar as atualizações mais centradas neste fenómeno seguir o site National Hurricane Center

Pode ainda obter informações no site e aplicação para smartphones Windguru

 

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Os modelos apontam cada vez mais para que o olho do furacão Lorenzo passe entre as ilhas do Faial e das Flores, embora muito mais perto desta embora com ventos mais fortes na ilha Azul, neste momento a intensidade deste ciclone tropical é de categoria 3 na escala Saffir-Simpson, mas quando atravessar os Açores, na noite e manhã de quarta-feira 2 de outubro deverá ter uma menor força de transição de 2 para 1 ou menos e a enfraquecer.

LorenzoT 1

Neste momento estima-se que o Faial poderá ser atingido com ventos sustentado na ordem de 132km/h e com rajadas máximas até 171km/h de SSW, sendo que o crescimento da velocidade dar-se-á a partir de SSE e o decréscimo já a rodar para o quadrante W. A que se podem associar perturbações locais devido à interferência do vento, direção e o relevo, que podem nalguns casos ampliar os efeitos.

Lorenzo 1

O mar será alteroso, podendo afetar zonas costeiras baixas, uma vezes que as ondas podem atingir a altura de 16,5m vindas de SW, contudo, a exposição aos ventos, contorno do litoral e cota poderão implicar perturbações locais, ora ampliando o efeito, ora diminuindo, a que acresce a sobreelevação do nível do mar devido à baixa pressão no ar e as variações do nível da maré. Isto exige cuidados especiais a quem vive ou se encontra próximo da costa ou no mar.

Face a este cenário e possíveis incertezas, todos os Açorianos dos Grupos Ocidental e Central deverão tomar medidas preventivas e seguir as recomendações da proteção civil dos Açores.

Poderão seguir informações atualizadas nos mesmos sites que eu recolho: National Hurricane Center, Prociv e Windguru. Novas atualizações irão sendo dadas neste espaço.

Eu já comecei a tomar algumas medidas… e você?

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Apesar de ainda faltar muito tempo para se ter alguma segurança sobre a rota do ciclone tropical Lorenzo na região dos Açores, já existem indícios que apontam para uma grande probabilidade de passar perto de algumas das ilhas do Arquipélago, talvez um pouco a oeste de Flores e Corvo, mas a incerteza não permite referir se não será mais perto de outra ilha sobretudo no grupo Central como o Faial.Lorenzo 0Assim, embora sem alaridos, recomenda-se a todos os Faialenses e restantes Açorianos para calmamente tomarem as devidas precauções como evitar objetos e estruturas sensíveis ao vento soltos, terem disponíveis sistemas de proteção da janelas e portas e boa condução de água nas caleiras, algerozes e valetas, bem todas as outras que venham a ser indicadas pelos avisos serviço regional de proteção civil.

Este site irá pontualmente fazer futuras atualizações em função do evoluir da situação de previsão meteorológica referente ao ciclone Lorenzo.

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Vendo a qualidade do serviço da transportadora aérea açoriana nos últimos tempos, recomendo que o Governo dos Açores primeiro resolva a questão da Azores Airlines e só depois arranque com este concurso de promoção turística dos Açores no Canadá, é que com as falhas que tem havido nas rotas para o novo mundo não haverá promoção que resista à despromoção que poderá vir das queixas dos clientes com a qualidade prestada pela SATA.

Não digam depois que eu não avisei a tempo. 😉

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Tanta publicidade do Governo dos Açores ao seu novo regime de pré-reformas publicado esta semana, mas parece-me um bluff total dizer que oferece condições favoráveis… talvez para alguns muito poucos.
Grandes cortes no vencimento, mas sem abatimento nas contribuições obrigatórias a pagar, o que dá um rombo astronómico e sem se suavizar em função dos anos de carreira nem com o avançar da idade entre os 55 e os 65 anos…
Uma coisa o Vice-Presidente parece-me que tinha razão: isto não deve custar nada ao erário regional, pois praticamente ninguém de bom-senso deverá aderir depois de fazer as contas… exceto se tiver já um segundo emprego… e quem são estes? Os do costume.

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A Secretária Regional com a tutela dos transportes deixou claro que confia absolutamente na Administração da SATA e está certa que desta ouvirá as devidas explicações. Nem outra coisa seria de esperar, se há algo que a SATA nunca deixou de fazer foi de obedecer cega e acriticamente a todos desmandos do Governo dos Açores.

A explicação é por isso clara: a causa foi a subserviência à tutela política e esta minou totalmente a racionalidade da gestão empresarial do grupo SATA.

O pior é que isto não foi para assegurar o serviço público de transporte aéreo entre as ilhas dos Açores e destas ao exterior, antes pelo contrário, foi comprometendo-o a médio prazo este serviço para com loucuras obter dividendos partidários a curto-prazo.

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