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Posts Tagged ‘Transportes’

Será coincidência que desde 1 de outubro já se viu voos que tinha deixado de ser redondos voltarem ser? Será por acaso que desde então já ficaram dezenas de alunos da secundária a dormir no aeroporto de Lisboa? Será coincidência que em setembro o serviço da Azores airlines quase não mereceu reparos e depois a insatisfação voltou? Uma coisa é certa, ninguém pode acusar que as reclamações agora surgem por eleitoralismo, será que se pode dizer o mesmo da acalmia verificada em setembro?

Quem mexia cordelinhos em setembro e não mexeu em defesa do Faial antes de depois do calor do período eleitoral das autárquicas?

Tantas questões que indiciam que quem está no poder desta ilha e Região está mais interessado em defender-se do que em defender os Faialenses, mas a ética e moral desta gente não é coisa que se deva questionar mas novamente estes sinais respondem por si.

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esta empresa Pico Airways vale pela coragem e demonstração empreendedora, pois há que forçar as barreiras existentes para se ultrapassar os constrangimentos atuais. Só por isto esta iniciativa já merece ser referenciada pela capacidade dos seus proponentes. Há muita gente no setor privado só à espera, sem investir ou arriscar, embora este comportamento não seja um exclusivo do Faial, vai muito além desta terra, mesmo que nesta ilha em virtude do enorme peso do setor público seja mais normal esperar-se que seja este a resolver tudo.

Também não sou ignorante para não saber que já houve empreendedores no Faial que nas suas áreas de atividade quiseram ser inovadores e investir e que disseram que foram esmagados pelo poder instalado e até alguns saíram desta ilha  para outras porque lá fora lhes criaram as condições de investimento necessárias ao seus projetos ao contrário de cá, comprovando as suas justificações

Não vou levantar rivalidades bairristas, a coragem de iniciativa dos investidores que gostaria de ver no Faial logicamente merece o meu elogio se a vir no Pico ou em São Jorge e serão apontados os bons exemplos.

Apesar de tudo o que acima disse, as dificuldades sentidas ou o espírito de iniciativa a promover não são impedimento para ninguém nesta terra deixar de reivindicar justamente o quer que seja às entidades públicas em prol do Faial, tal como em outras terras por parte do seus residentes desde que não o façam em prejuízo de outras ilhas.

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A  denúncia da descoberta ontem casual por um agente de viagens do Faial de que a partir do próximo mês de outubro a SATA ou Azores-Airlines iria deixar de voar preferencialmente entre a Horta e Lisboa de forma direta, optando por voos redondos com escala na Terceira em muitas ligações no próximo inverno é o último ataque da empresa do Governo dos Açores ao Faial. Saliento, feito pela calada e mantida em silêncio pelos seu representantes partidários nesta ilha.

Acredito que devido à data da denúncia antes das eleições ainda seja possível reverter esta situação, mas se não tivesse sido descoberta ontem, portanto ainda a tempo do protesto em voto seguramente seria demasiado tarde.

Também haveria a hipótese de haver uma combinação com o PS-Faial para mostrar que o Governo ainda o ouvia se tivessem protestado a tempo, só que nesta hipótese a descoberta pioneira foi de uma agência de viagens e tal arranjo ficou estragado.

Aliás era mesmo muito sujo e nem quero crer que a Câmara desceria tão baixo e permitisse que esta programação viesse à luz do dia abrindo o cenário em que a Horta era prejudicada, mas ficando a ideia no ar para os voos redondos no futuro colocada em cima da mesa, por muito que critique na sua inoperância e subserviência dos autarcas municipais nem penso que sejam capazes de descer tanto, o Governo do PS dos Açores é que deve mesmo ser muito mau e o protagonista deste ataque ao Faial.

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Ontem foram cancelados 2 voos entre Horta e Lisboa devido à greve às assistências na SATA, à primeira vista nada de estranho, mas lendo as notícias a greve parece que só afeta o aeroporto da Horta, pois os passageiros desta rota serão simplesmente reencaminhados para outros voos da mesma empresa programados para a Terceira e São Miguel. Assim temos uma greve que só afeta o Faial, parece mesmo embirração contra esta ilha… já é demais tanto ataque direcionado especificamente à Horta.

Há cada coincidência que aponta cada vez mais para uma cabala contra um único aeroporto nesta Região, o da Horta. Mesmo que não se queira crer nesta estratégia, os indícios gritam cada vez mais alto para a realidade deste conspiração contra o Faial.

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Não sei da justiça das reivindicações dos trabalhadores da SATA que ameaçavam greve. Sei que a SATA ao ser um instrumento político do partido do Governo dos Açores não corre risco de fechar por questões de exigências laborais, os sindicatos sabem isso. Ali, o risco é maior para um trabalhador ou administrador que denuncie erros estratégicos impostos do que o fecho da empresa por se reivindicar o impossível. O presidente do PS-Açores tudo fará para salvar este seu braço político, mesmo tornar a Autonomia refém da empresa.

Já assistimos a administradores e pilotos competentes serem chutados por Cordeiro da SATA após defenderem posições em prol da boa gestão da empresa, mas que não interessavam à estratégia partidária no poder. Hoje, vários deles foram chamados para companhias maiores como a TAP por perceberem o seu valor.

Também vimos o atual presidente de administração brincar com estatísticas para camuflar rotas com grande ocupação para justificar a respetiva redução enquanto a empresa abria outras que se sabem apenas dar prejuízo e nada de mal lhe aconteceu, pois era estratégico prejudicar a Horta, e quando se analisa opções de compras de aviões, entre outras, vê-se bem as preferências por apostas onde a empresa não é competitiva em vez de opções que ofereçam melhores serviços às ilhas menos populosas dos Açores. Isto que numa boa gestão levaria a SATA à falência… não leva, pois o dinheiro público está a serviço destes estrategas.

Por isso é normal que, independentemente das reivindicações do pessoal de cabine serem justas ou não, o sindicato fique indiferente aos porta-vozes rosas colocados na comunicação  e redes sociais a falar do abuso das exigências dos trabalhadores, que estes iriam levar a SATA à falência e então tornar-se-iam escravos de outras empresas low-costs e era bem-feito. Muito devem ter-se rido os sindicalistas da SATA, pois há muito que eles perceberam que não há esse risco, o partido no poder está disposto a tudo para salvar este seu braço estratégico… mesmo prejudicar muitos Açorianos que se deixam enrolar pelas manipulações propagandistas do PS-Açores.

Infelizmente as empresas privadas em setores estratégicos podem tornar-se ditatoriais, mas o mesmo acontece se essas forem públicas e o poder não colocar a boa administração e a boa governança acima dos seus interesses egoístas e patidários como fez os PS-Açores com a SATA, pelo que esta hoje está em condições de fazer vergar Cordeiro aos interesses dos seus trabalhadores mesmo que estes lhe peçam o céu… e, ironicamente, agora é difícil dar-se a volta a isto, após tantos erros já cometidos pelo Governo dos Açores na gestão da SATA.

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Sim, reconheço, mesmo com desvios de aviões, ligações incómodas e sem o devido cuidado, esta situação passou das falhas habituais e não é a norma, mas pelo excessivo surrealismo, forma escolhida e queda de homem ao mar, é sem dúvida algo que irá ser divulgado e explorado pelos inimigos da rota da Horta, do destino Triângulo e até por outros a quem o destino Açores também é um parceiro concorrencial.

Demasiado mau, tão mau que só uma empresa aérea como o grupo SATA ou outras do terceiro mundo poderiam resolver os seus problemas com os seus passageiros deste modo… mas atenção: cada vez estou mais convencido que nada disto é inocente, só que a culpa não está nos trabalhadores do SATA, mas sim em gente que está acima deles e também conta com colaboracionistas disfarçados do Faial, infelizmente.

Pergunto, até quando isto será possível sem os devidos culpados serem penalizados a sério?

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Meu artigo de ontem no diário Incentivo:

PLACA GIRATÓRIA DE PASSAGEIROS EM PONTA DELGADA DE VENTO EM POPA

Não haja dúvida, devagarinho, mas não tão devagar quanto se possa pensar, aquela infeliz intenção, que qualquer pessoa perspicaz verifica existir no Governo dos Açores embora nunca assumida às claras por este, de transformar o aeroporto de Ponta Delgada na placa giratória de entrada e saída dos passageiros residentes ou visitantes ao nosso Arquipélago, vai avançando na prática.

Às vezes a Administração do grupo SATA, nomeada pelo poder regional e por isso destinada a ser serviçal à estratégia centralista dos transportes aéreos pretendida pelo Governo dos Açores, comete uns descuidos comunicacionais e lá tem de recuar nas palavras ou dar a volta para acalmar a coisa. Assim aconteceu no inverno passado com o excessivo descaramento e deste modo fácil de rebater por quem tinha acessos aos números e não tinha complexo em defender o Faial, quando, com estatísticas trabalhadas para apoiar a intenção oculta de desviar passageiros para Ponta Delgada, Paulo Menezes deu uns valores de baixa ocupação dos aviões da rota entre Lisboa e Horta para a esvaziar e não atender às justas reivindicações dos Faialenses nesta ligação.

Foi um deslize mal feito e logo rebatido por certos Faialenses atentos e não subservientes aos interesses de quem está no poder. Então a Administração lá se remeteu ao silêncio para a coisa passar, mas não houve mudança estratégica que comprometesse a intenção de levar a cabo a placa giratória no aeroporto João Paulo II. Pena este nome, pois o Santo até não tem culpa nenhuma destas diabruras do Governo Regional!

A estratégia de centralizar o transporte de passageiros em S. Miguel continua também a aproveitar o acordo de serviço público nas ligações entre os Açores e o Continente ao fazer que seja mais barato quase sempre as viagens do Faial, Flores ou Pico para Lisboa se o passageiro optar por uma rota com escala em Ponta Delgada, acredito que isto é para esvaziar em primeiro lugar a rota direta ao exterior a partir da Horta.

Efetivamente este centralismo vai de vento em popa e já começou a atingir a Terceira com o fim da sua ligação direta ao Porto pela Azores Airlines, aquela ilha sofre agora na pele o seu erro estratégico de tentar dividir outras menores do Arquipélago, a pensar ficar com as migalhas dos mais pequenos, mas, como acontece nestes casos, nem fica com estas e até é espoliada pelo topo fortalecido. Estou solidário com os protestos terceirenses, embora estes sejam o fruto amargo da sua opção errada contra nós e serviu apenas aos defensores da placa giratória em Ponta Delgada.

Não deixa de também de ser estratégia deste centralismo de transporte aéreo a demora que estamos a ter na efetiva concretização no aeroporto da Horta do projeto RISE, o apoio aos argumentos contra a ampliação da pista no Faial e até a facilidade com que se desviam aterragens para outra ilha às menores dificuldades em chegar à freguesia de Castelo Branco, mais ainda, se depois a ligação ao destino final pretendido parecer descoordenada como se queixaram passageiros que na terça-feira passada, com bom tempo e apenas uma brisa ligeira cruzada na pista, viram o voo da Azores Airlines ir para o Pico. Até porque para este argumento subsistirão sempre dúvidas, bem exploradas pelos centralistas, entre as condições reais, a sua afetação no avião e a sensibilidade do piloto, que favorecem a centralização que, como Faialense, recuso.

Não sou contra a expansão de outras rotas e infraestruturas, mas já não é a primeira vez que estas são usadas apenas para espicaçar divisões entre ilhas mais pequenas, mas depois do veneno injetado são esvaziadas sem nenhuma outra contrapartida, mas com novo reforço do centralismo da placa giratória em Ponta Delgada. Mas há gente que ainda não aprendeu com a repetição desta maldade!

Há muito que existem políticas centralistas nos Açores, por vezes claras, como a de tirar a Rádio Naval da Horta só para a colocar em Ponta Delgada, mas as mais perigosas são as implementadas com subterfúgios a argumentos falsos e a contar com os Migueis Vasconcelos nas ilhas mais pequenas que por um cargo colaboram com o inimigo, por vezes cegos pela sua grande ambição.

Apesar do muito que se tem falado de estudos pagos por cá, mas incapazes de levar a compromissos dos destinatários a executar o projeto de ampliação da pista da Horta, é a intenção disfarçada do Governo dos Açores de centralizar as ligações aéreas para o exterior em Ponta Delgada que vai avançando contra a nossa vontade de vento em popa e tornando-se cada vez mais irreversível.

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