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Posts Tagged ‘Transportes’

Da análise do Incentivo ao relatório do acidente que o navio Mestre Simão sofreu deduz-se que: apesar de já se estar dentro da baía do porto e do navio não ter respondido às manobras que corretamente o mestre deu a partir do leme… a culpa é do mar! Não há problemas com o projeto de abrigo do porto, nem com as características do navio. Não há surpresas ou esperavam uma conclusão que responsabilizasse algo ou alguém que não a natureza?

Tudo como dantes no castelo de Abrantes.

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Quase não há semana em que algo que envolva a SATA não acabe comprometido: desde viagens que não se fazem com desculpas esfarrapadas, a pretensas negociações de aquisição que vão bem e não se fecham, até operações que não se assegura no prazo. A administração nunca é responsabilizada e de facto a culpa é da tutela: o governo dos Açores está paulatinamente a destruir a transportadora e a sua credibilidade.

A administração parece aquele fantoche que está em cena apenas para servir de escudo dos maus, mas se um fantoche real não pensa e se na SATA alguém faz figura de fantoche de forma consciente é porque não tem vergonha de dar a cara enquanto vai assistindo à destruição da transportadora aérea pública regional.

Agora foi a situação do avião cargueiro, na Madeira o consórcio sabe operar, mas nos Açores lá tropeçou na SATA e esta é uma caixinha de imprevistos que já nem poupa São Miguel…

Quem pensou que o mal da SATA se iria restringir apenas a ilhas pequenas agora já começa a sentir os efeitos do veneno que mata aquela empresa

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Protesto pelo mau serviço da Azores Airline a garantir os voos Horta-Lisboa-Horta, mas as cenas de hoje na SATA inter-ilhas mostram que má gestão tem reflexos do topo à base. Desde passageiros a recomendarem calma a trabalhadores, mau apoio a passageiros em trânsito, anúncios a 15 minutos de atraso que se repetiram por hora e meia, até a retirada de passageiros do avião por perda de ligação, tudo num só dia sem mau tempo.

Começou a tribulação em Ponta Delgada ao ouvirmos a cada 15 minutos um atraso de mais 15, ora por falta de chegada de equipamento, ora por razões operacionais e no avião o piloto deu ainda uma desculpa diferente, com isto ter-se-ia chegado à hora e meia.

Mas eis que o avião já pronto a partir começou a saga de se retirar passageiros que na escala seguinte tinham ligação internacional na Terceira e o atraso lá se esticou novamente e alguns das pessoas já acomodadas lá foram para a rua.

Na Terceira, o apoio humano para desviar atempadamente os passageiros em trânsito não estava no percurso das pessoas, mas sim depois daqueles que seguiram à primeira a indicação no tecto pouco visível, os que não se enganaram lá receberam os sorrisos dos trabalhadores enquanto outros, muitos deles sem serem de expressão lusa ou inglesa, seguiram a fila em frente em conjunto para apanhar bagagem e tiveram que se reorientar sem qualquer apoio quando deram pelo engano.

À reentrada do avião finda a escala lá um trabalhador que se exaltou com um passageiro que não lhe compreendeu à primeira o sinal difícil compreensão para os não habituados a estas andanças da indicação de que não podia passar por baixo da asa, bem que depois o cidadão lhe recomendou calma que o trabalhador insistia, para perturbação dos outros que nada tinham a ver com o assunto, em dar sermão gratuito em público.

Tudo isto será cartaz para os Açores serem promovidos pela SATA e Governo dos Açores ou então desincentivo para que os turistas deixem de visitar aquilo que de São Miguel se chama “as ilhas”?

Estou convencido que é simplesmente o alastrar do caos resultante de uma má gestão de uma empresa pública que faz fretes políticos em vez de colocar o serviço público em primeiro lugar.

Pessoalmente não fui prejudicado, por isso não reclamei, mas do descontentamento com o que vi não me livrei.

 

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Esta semana o Conselho de Ilha da Terceira e a Câmara do Comércio de Ponta Delgada manifestaram-se contra o atual modelo de transportes marítimos de mercadorias. Conheço há muito a simpatia da Praia da Vitória e São Miguel pelas plataformas logísticas que se sabe prejudicarem o Faial. Isto é assustador para os Faialenses conscientes e decorre perante o silêncio da Câmara do Comércio da Horta.

É verdade que nenhum dos dois falou ainda do papão “plataformas logísticas”, mas seria um erro estratégico falar, alertaria logo os prejudicados com isso, mas suspeito que, mesmo sem falarem, a maldade está subjacente a esta tentativa de mudar o regime de transportes marítimos de mercadorias e até da ilha maior se falou contra o serviço público nesta matéria, para mim isto configura a habitual falta de solidariedade que nos acostumámos a assistir de grupos de pressão vindos do lado de São Miguel.

Por enquanto são só suspeitas o que tenho fruto das notícias, mas o alerta para que as forças-vivas do Faial estejam atentas aqui fica… mesmo que não saiba se a  Câmara do Comércio da Horta está viva ou moribunda para defender os interesses das ilhas mais a ocidente dos Açores… mas há outros legítimos representantes das gentes destas terras para lutarem por nós. Só desejo que o façam sem tibieza.

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O aeroporto da Horta está certificado para voos noturnos, aliás já aterrei perto da meia noite na pista do Faial, mas ontem, depois de horas e horas de atraso do voo da Azores Airlines que vinha de Lisboa, este divergiu para Ponta Delgada, pois o sol já se havia posto havia escassos minutos e os pilotos daquele equipamento da empresa pública do Governo dos Açores não foram ainda certificados para aterrarem no Faial com sol posto.

Isto não é culpa do tamanho da pista da Horta, da ANA e da sua privatização, da Vinci, de nenhum Governo da República ou dos Faialenses que reivindicam melhores acessibilidades à sua ilha, a culpa disto é única e exclusivamente da MÁ-VONTADE de quem tem poder de definir a estratégia da empresa regional: o Governo dos Açores e a Administração da SATA nomeada pelo mesmo Governo dos Açores.

Não há nada nenhuma desculpa, a empresa já voa para esta ilha há anos, mesmo antes da TAP de cá sair, já há vários anos que esta situação poderia estar resolvida, mais ainda sendo uma rota de serviço público, mas a má-vontade do Governo dos Açores, exercida através da sua empresa SATA no prejuízo dos Faialenses nas acessibilidades aéreas, é enorme e só com muito suor esta ilha consegue ultrapassar cada um dos obstáculos que esta política regional nos vai impondo diariamente e de forma vão sempre inventando desculpas esfarrapadas para manter a sua má-vontade contra o Faial.

É verdade, ainda há Faialenses que não perceberam isto, mas a culpa não é minha e continuarei a denunciar esta má-vontade do Governo dos Açores através da SATA nesta matéria

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Os números secretos do Presidente da SATA dão sempre a baixa ocupação na rota Horta-Lisboa, mesmo sem os passageiros conseguirem reservar lugares a meses de antecedência por falta de disponibilidade nos aviões. Por isso a prova de 5 de agosto do Campeonato Nacional de Jet Ski, quando da Semana do Mar foi cancelada. Os Faialenses conseguem imaginar uma situação destas a ocorrer em Ponta Delgada?

A notícia do Tribuna da Ilha, que comunica que 60 participantes foram impossibilitados de chegar ao Faial pela empresa SATA, aquela que assegura o serviço público de acessibilidade para o Faial eo braço político dos transportes aéreos do Governo dos Açores, termina deixando a ideia que este grupo não existe em inventário neste momento…

Normal, para a SATA a culpa há de ser dos passageiros por quererem viajar para o Faial e não de quem presta o serviço público de transportes!!!!

À insistência do jornal, o Tribuna das Ilhas diz que não obteve qualquer resposta.

Mais palavras para quê?

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Nojento foi como o Presidente da SATA se comportou no debate “Sem Meias Palavras” da RTP-Açores. Usou números que SÓ ELE acede, não verificáveis por mais ninguém e com este truque negou a verdade de que os preços fossem mais baratos saindo por outras ilha do que no direto Horta-Lisboa. Deixou claro que os vôos que os Faialenses não conseguiam reservas até tinham baixa ocupação e conseguiu ao mesmo tempo dizer que o número de passageiros para a Horta aumentava mais para a seguir evidenciar que com isso baixava a taxa de ocupação dos aviões. Tudo isto usando número não públicos e feitos só para ele.

Claro que com esta técnica não há quem possa contra-argumentar, apenas a verdade da experiência dos factos: os Faialenses sentiram que os preços oferecidos pela SATA nos voos diretos Horta-Lisboa foram na maioria dos dias mais caros do que a alternativa de saltitar para sair por Ponta Delgada, a maioria dos voos no verão estavam sem lugares para reservar.

A estatística deixou de ser fiável para a própria SATA quando a verdade dos números verificáveis não lhe convém.

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