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Posts Tagged ‘OCS’

Já temia e alertei, se há culpas de serviços externos por demoras, a verdade é que um doente com cancro teme pelo facto da sua doença não estar a ser acompanhada por um especialista oncológico, algo que o Hospital da Horta deixou de ter e afeta agora a vida e a esperança de pacientes de várias ilhas dos Açores, nomeadamente Faial, Pico, São Jorge, Flores e Corvo

Fonte: Doente com cancro queixa-se de demora no atendimento (Vídeo) – Sociedade – RTP Açores – RTP

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Meu artigo de ontem no diário Incentivo:

PISTA: AGORA, O IMPORTANTE, É FICARMOS UNIDOS

Não sou entendido em aeronáutica nem em infraestruturas aeroportuárias, mas o grupo de trabalho criado para estudar a ampliação da pista da Horta possui elementos que sabem da matéria para eu acreditar que as conclusões a que chegou mereçam confiança.

Uma das conclusões dá um grande golpe ao argumento do custo excessivo para se ampliar a pista com o fim de se alcançar as condições de segurança e de operacionalidade adequadas às necessidades e anseios dos Faialenses, bem como acabar com as limitações de carga e passageiros que os aviões que realizam os voos para fora dos Açores têm estado sujeitos neste aeroporto. Efetivamente, alcançar o mesmo objetivo por 34,5 milhões de euros em vez dos anteriormente anunciados 75 milhões é uma redução superior a cinquenta por cento do preço.

Não opino sobre as várias alternativas estudadas pelo grupo de trabalho, volto a deixar isso aos entendidos, pois o importante é encontrar uma solução que satisfaça as necessidades das populações desta região dos Açores em condições de segurança e com os menores custos financeiros e de impactes ambientais possíveis, mas sempre sem comprometer os objetivos. Agora o Município da Horta possui um documento base sério para defender os interesses dos seus Munícipes.

Neste momento todos os beneficiários desta infraestrutura têm de estar unidos na luta para que este objetivo se concretize, pois não faltam adversários a esta obra e muitos têm um peso político e económico elevado para que se esteja perante um confronto semelhante ao de David e Golias. Mas, como se sabe, naquela batalha foi a inteligência e a persistência que permitiu ao mais fraco e inexperiente ganhar ao mais forte. Assim, espero que agora também sejam os Faialenses a alcançar a vitória perante todos os que tudo têm feito para que a ampliação da pista do aeroporto da Horta não se concretize. Já vimos manipulação de estatísticas por entidades públicas, incumprimento da palavra dada por políticos, ofensas de grupos organizados nas redes sociais e a exploração de divisionismos inter-ilhas, tudo isto só para que faltem condições para este projeto não ir em frente.

Isto porque o Triângulo unido tem um potencial de atratividade turística que assusta muita gente que prefere destruir a união entre as ilhas do Faial, Pico e São Jorge para que esta sub-região dos Açores fique enfraquecida e manietada aos interesses económicos de parcelas mais populosas e económica e politicamente mais fortes e influentes.

Este receio tem levado ao uso a argumentos que vão desde o custo, à inutilidade do investimento, às dificuldades técnicas e até à exploração de animosidades partidárias, bairrismos no seio do Triângulo e manipulações cujo único fim é boicotar a concretização desta pretensão.

Nada tenho a opor que, em paralelo, se invista em outro aeroporto no Triângulo, pois, potenciar a complementaridade das infraestruturas aqui existentes assegura melhor que quem tenha como destino esta sub-região dos Açores consiga de facto cá chegar, sem ter de ser frequentemente desviado para outras zonas que lhe são concorrenciais que até incentivam (com o nosso dinheiro) a preferirem esses locais em alternativa a vir diretamente para o Faial, Pico e São Jorge.

É importante que os interessados no Triângulo possam chegar de facto a estas três ilhas com baixo risco de desvios ou de custos acrescidos. Mas com este trabalho os obstáculos não vão diminuir: quanto maiores e melhores forem os nossos trunfos os nossos argumentos, maior será a adversidade cultivada pelos opositores do Triângulo a enfrentar e, para alguns deles, tudo vale.

O Município da Horta também não pode agora sentir que já cumpriu o seu dever de liderança e acobardar-se perante estas forças exteriores. Na verdade, neste momento tem é de usar toda a sua capacidade para vencer os falsos argumentos: financeiros, de que o investimento pode não ser rentável; ideológicos, de que a infraestrutura é privada e não pode ser alvo de dinheiro público; divisionistas, de que deve ser apenas um aeroporto no Triângulo que deve ficar noutra ilha; de competência legal, que deve ser a ANA, ou o Governo de Lisboa para desresponsabilizar o dos Açores; ou mesmo de pressão partidária, para eleitos locais desta ilha não perderem o apoio de âmbito regional; ou outro subterfúgio qualquer; pois todos eles são ultrapassáveis se houver vontade e coragem de quem lidera os destinos do Faial para utilizar o presente momento para se alcançar este objetivo antes das próximas eleições, pois deixar para depois é porque fomos alvo de mais um embuste que até despudoradamente se serviu de Faialenses técnicos, sérios e competentes.

A partir de 1 de outubro sem uma vitória irreversível nesta matéria fica claro que assistimos agora apenas a mais um foguetório político para iludir os que se deixam enganar pelo fogo de artifício efémero, abrem a boca pasmados pelo brilho, mas deixam passar a oportunidade sem saírem da mediocridade. Espero que assim unidos e sem receios se alcance a tempo o objetivo de ampliação da pista para bem do Faial e do Triângulo. Aproveito para desejar um boa Páscoa a todos os leitores.

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A agressão a um árbitro por um jogador de Canelas, um clube distrital, chocou o País. Depois os telejornais informaram que a equipa já era conhecida internacionalmente por fenómenos de violência em jogo, vários outros clubes preferiram perder por falta de comparência em vez de se expor a tal plantel e o próprio treinador dá a entender que os seus jogadores apenas tem mais garra com o adversário, que o futebol não é tão suave como a natação. Com isto o Canelas está impunemente prestes a subir de divisão.

São muitos pormenores que se levantaram com este caso que evidenciam que algo vai mesmo muito mal no mundo do futebol oficialmente organizado.

Todas as semanas dezenas de comentadores e painelistas de futebol dissecam pormenores em câmara lenta e repetições de imagens para dar a entender que o desporto profissional não é uma atividade isenta, mas onde se jogam interesses a favor do clube adversário e assim vão paulatinamente semeando mais ódio entre os simpatizantes e sócios das várias partes em confronto.

O que se passou com o jogador do Canela é fruto deste apodrecimento progressivo que semeia violência em muitos espetadores e amantes de futebol.

Comentadores e canais de informação não precisam de apelar diretamente à violência para esta florescer nas mentes perturbadas de muitos, basta semear o ódio, a desconfiança e a sensação de injustiça intencional que a violência florescerá viçosa em muitos adeptos da modalidade e há anos que isto está a ser feito às claras e impunemente por interesse de guerras de audiências e intenção de pressão psicológica para obtenção de  resultados desportivos por métodos que não são de jogo em campo.

Isto não é ético nem moral, mas mantém-se no nosso Portugal e ninguém corrige isto, depois admirem-se que a situação venha ainda piorar e haja mortos.

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Meu artigo de hoje no diário Incentivo:

NOVA OPORTUNIDADE PERDIDA NO FAIAL

Não nego que neste momento não estejam várias obras em curso no Faial, mas entre aquelas que se concluíram há pouco tempo já é visível que quando se faz um investimento nesta ilha nunca se aproveita a oportunidade para resolver as coisas como deve ser.

Tem escassos meses a beneficiação da Estrada Príncipe Alberto do Mónaco, que entronca com as ruas Mestre Feijó e Ilha Azul nos semáforos, o local onde se se situa um dos cruzamentos mais movimentados da cidade e, sem dúvida, aquele que ao longo dos últimos anos tem apresentado os maiores problemas de fluidez de trânsito na Horta. Só que, apesar do ordenamento na envolvente do hospital e da intervenção nesta estrada regional, novamente se desperdiçou a oportunidade de se resolver ali os engarrafamentos e a insegurança, dado os acidentes que já fizeram história naquele local.

Infelizmente, neste momento a situação está mais emperrada junto àqueles semáforos do que antes das obras e não me venham dizer que é por causa da interrupção de trânsito na Rua Cônsul Dabney, o motivo principal foi o de não se ter aproveitado as várias recentes obras na zona para se corrigir a situação.

É má a desculpa de que as vias que ali se cruzam não têm largura suficiente para ter três faixas de modo a disponibilizar uma para quem vai virar à esquerda e os semáforos puderem, deste modo, regular bem esta mudança de direção sem impedir o avanço dos que pretendem ir em frente ou virar à direita, pois há terrenos da Região em duas das esquinas, pelo que se poderia ter criado uma solução segura e fluída para a circulação de viaturas e peões. Mas o Governo dos Açores, desde há muitos anos, quando investe no Faial faz sempre obra insuficiente com o mínimo de custos, embora com o máximo de gastos em propaganda, e este caso não foi diferente. Nada muda na forma de menosprezar os Faialenses! Infelizmente, as vozes no poder do Faial parecem ter todas mentes pequenas e não conseguem lutar por esta ilha com uma visão em grande e de longo prazo.

Fizeram obras bonitas para a circulação de passageiros no porto da Horta e criaram um cais norte, mas encolheram a sua baía para poupar dinheiro, ao mesmo tempo que investiam em grande numa infraestrutura de transporte noutra ilha. Perderam então a oportunidade de termos um porto à medida das necessidades futuras. Para Faialense encher os olhos, mas, como de costume, eles pensaram em pequeno para nós. Apesar disto não quiseram aprender com a asneira.

A seguir fizeram uma bela obra de substituição de um dos blocos do hospital danificado pelo sismo de 1998, mas em paralelo iam-se reformando especialistas e desperdiçava-se a oportunidade de negociar com outros para vir para cá. Assim, vamos ficando cada vez mais limitados a médicos que passam a residir noutras cidades. Novamente encheram os olhos dos Faialenses com a arquitetura de um bloco moderno, mas diminuíram os serviços de saúde prestados permanentemente aos habitantes destas ilhas de baixo. Como de costume, fizeram a mesma asneira.

Agora, no cruzamento dos semáforos da Príncipe Alberto do Mónaco, os atuais engarrafamentos são já a última prova de que nada mudou na forma como o Faial continua a ser desprezado mesmo com investimentos, outra oportunidade perdida por o Governo dos Açores insistir na mesma asneira de não fazer as coisas como devem ser feitas.

Apesar da denúncia desta situação ao longo de vários anos, a verdade é que os políticos no poder desta ilha insistem em desculpar esta forma de agir e não deixam de pensar em pequeno para o Faial. Contentam-se com intervenções diminuídas e insuficientes à nascença. Assim, vamos assistindo à continuada insuficiência ou inadequação dos projetos que se construem por cá e os líderes locais continuam a não aprender nada com os erros do passado. O problema deve estar mesmo em terem mentes pequenas, pois, após tantas décadas, ainda acreditam no “small is beautifull”, por isso continuam a desperdiçar oportunidades quando se investe nesta ilha e até nos mais recentes fazem fachadas bonitas que escondem a pequenez e a deficiência do que por cá se faz.

Infelizmente há gente que sabe explorar esta pequenez em líderes faialenses para prosseguir a decadência da ilha, disfarçada em obras que até lhes podem assegurar votos, mas que, ironicamente, eles sabem à partida que não irão resolver os problemas de fundo e antigos do Faial.

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Hoje, nos diretos na SIC-notícias, de um entrevistados lesado do Banif deduzia-se que um dos argumentos que os gestores de conta utilizaram para alguns clientes adquirirem certos produtos propostos pelo Banif foi o da segurança do banco, pois então o banco era um público na sequência da intervenção do Governo. Confesso, que me senti representado por esse lesado, pois a mesma ideia também foi passada a mim há poucos anos.

Sim, eu sei que o Banif intervencionado tinha ações privadas, mas o grande acionista poderoso de então era o Estado e foi uma decisão do Governo que prejudicou muitos dos que se sentiram confortados por então o seu banco ter capitais públicos e foi o atual Primeiro-ministro que deliberou entregar ao desbarato aquele que era a maior instituição financeira nas Regiões Autónomas a uma entidade espanhola em prejuízo de muitos Portugueses.

A Caixa foi outro banco público cujo estatuto a justiça está a investigar com a suspeita de ter sido uma peça ao serviço da corrupção e não dos Portugueses, mesmo assim, na guerrilha ideológica até parece que um setor público público é um garante de defesa dos direitos dos cidadãos… uma falácia sem dúvida, nem privado, nem público, garantem a defesa dos mais fracos na sociedade, sobretudo quando os interesses dos mais fortes estão em jogo.

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Meu artigo de ontem no diário Incentivo:

COMPENSAÇÕES QUE SEMPRE PREJUDICAM O FAIAL

Não tenho interesses ligados à realização da Feira Açores, não pertenço ao setor de produção agrícola, nem ao comércio de equipamentos ou de mercadorias ligadas a este ou a outra área de compra e venda, mas este certame no Faial é importante para as pessoas da agropecuária, para os comerciantes e empresários de hotelaria e restauração e, sobretudo, para a valorização do tecido económico desta ilha no contexto regional.

Assim, é lógico que na sequência de um voto de protesto, apresentado pelo PSD na Câmara Municipal, contra a decisão unilateral do Governo dos Açores em não realizar a Feira Açores no Faial este ano, o voto tenha merecido o apoio unânime, incluindo do executivo socialista maioritário naquele órgão, pois, desde outubro último, os autarcas do PS-Faial têm tido uma postura de aceitação e até de propositura de críticas contra ações levadas a cabo pelo Governo dos Açores e empresas públicas regionais, nomeadamente SATA, que tenham implicações negativas na Ilha Azul.

Todavia, logo a seguir a esta unanimidade no protesto, o mesmo Presidente da Câmara esvaziou o seu voto oficial de descontentamento com declarações em que contradiz a sua insatisfação, usando o argumento “podemos ficar a ganhar se fizermos bem o nosso trabalho”, tendo ele em conta a compensação do aumento do apoio do Governo para a organização da Festa do Mundo Rural, um evento sub-regional que conta com a envolvência do Município, subsídio como contrapartida à retirada a esta terra da realização de um evento de âmbito regional: a Feira Açores.

Este comportamento volta a pôr a nu a tática do PS-Açores: comprar o esvaziamento do Faial negociando contrapartidas com os seus eleitos nesta ilha para ações de menor projeção. Até acredito que com mais apoio do Governo dos Açores este evento possa ter maior brilho, mas, na realidade, o somatório dos benefícios para a Horta resultante da realização, em simultâneo, de uma Feira Açores em 2017 e da Festa do Mundo Rural era maior e melhor para esta terra do que só a realização de um único evento de menor projeção e mesmo que ligeiramente ampliado não é de escala Regional.

O discurso do Presidente da Câmara demonstra o que há muito denuncio na política regional: sempre que o Governo dos Açores dá ao Faial tira sempre algo mais importante para que no saldo final esta ilha acabe sempre a perder. Para esta estratégia, o Executivo Regional contou durante muitos anos com a complacência e anuência dos socialistas faialenses. A desculpa agora apresentada pelo líder do Município da Horta sobre o ganho que se poderia vir a ter num evento menor mais não é que a continuação desse vício, evidenciando que o apoio ao protesto apenas foi estratégico, para não se dizer que voltavam a votar contra uma crítica referente a uma decisão que prejudicava esta terra. Mas logo a seguir veio a desculpa e a minimização do ataque ao Faial

O susto de outubro último obrigou a disfarces nos autarcas rosas do Faial, mas parece mesmo que eles têm de desculpar os ataques que o Governo dos Açores faz à nossa ilha ou então é mais forte a sua vontade em agradar ao PS-Açores do que a coragem em assumir com todas as consequências a defesa do Faial. Eles não se curam deste tique de branquear os ataques ao Faial quando há uma negociação cujo saldo final é prejudicial a esta ilha. Tenho pena, mas é assim que agem.

Para termos um novo cais de cruzeiros na Horta (mesmo que encolhido), não concluíram a variante. Para se ter a Escola do Mar, tiveram que tirar a Rádio Naval da Horta. Concluíram o Bloco C do Hospital, mas não foi uma ampliação, apenas tiveram de demolir uma parte antiga devido aos danos do sismo de 1998 e há muito fechada, mas deixaram de negociar a vinda atempada de substitutos a tempo inteiro para vários dos médicos especialistas que, entretanto, se foram reformando. Para se ter a nova escola da Cônsul Dabney negociaram o encerramento de muitas escolas nas freguesias rurais da ilha. Quando compraram os novos aviões à SATA escolheram equipamentos que não operassem na Horta e puseram os seus autarcas do Faial a justificar esta política da empresa que nos prejudica e continuam sem se comprometer com o aumento da pista. Infelizmente havia ainda mais casos para esta lista, mas este artigo tornava-se demasiado longo.

É a sina que estes líderes rosas traçam para o Faial, sempre que se investe em algo por cá ou se aumenta um apoio, há como contrapartida a retirada de algo maior e há sempre uma desculpa para disfarçar esse esvaziamento progressivo da importância da Horta no contexto dos Açores. Agora para se ter um melhor subsídio à Feira do Mundo Rural teve-se que perder a Feira Açores 2017… o costume!

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Nos últimos dias tenho assistido com espanto como pessoas ligadas ao PS-Faial têm disparado em jornais contra os que têm tomado posição sobre o aeroporto e acessibilidades à Horta, até já vi desvalorização do abaixo-assinados dos Faialenses. Logo eles, que antes votavam contra protestos pelos maus serviços da SATA e discordavam da exigência de Carlos César honrar a sua palavra na ampliação do aeroporto, agora consideram que o assunto está em cima da mesa apenas porque o PS está a mexer no assunto.

Enquanto os Faialenses  não se movimentaram, vimos os líderes socialistas eleitos e com funções executivas na ilha deixar fechar a fábrica do peixe, tirar a rádio naval da Horta, apresentarem desculpas para se fasear a variante e depois não se acabar a obra, encolherem a baía norte do novo cais do porto, defenderem que “small is beautifull“, dizerem que não queriam outras obras durante a reconstrução para o Faial  não virar a estaleiro, assumirem a desculpa para não se fazer o estádio Mário Lino, atrasaram quase 20 anos o saneamento básico da cidade para depois fazerem aquilo que na assembleia municipal foi proposto pela oposição no início deste século e ainda ridicularizarem há 8 anos a proposta de reorientação da pista que agora até foi para cima da mesa num grupo de trabalho criado pelo presidente da Câmara como se tudo isto não fosse já antigo e não houvesse memória.

Agora que para além das forças da oposição política, os Faialenses também se têm mobilizado pelo aeroporto, na questão das ligações Horta-Lisboa e contra o mamarracho proposto e aceite pelas deputadas rosas da ilha, eis que o poder socialista no Faial dispara contra todos os que têm erguido a sua voz em defesa desta terra e assume que é ele e só ele que põe estas questões em cima da mesa. Desplante a esta gente que tanto desprezou o Faial não falta.

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