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Posts Tagged ‘seleção’

Não gosto das manifestações de contentamento pelos maus resultados da Argentina fruto da rivalidade histórica Cristiano Ronaldo – Messi. É que se este jogador não tem salvo a sua equipa, também a seleção de Portugal não tem estado bem e o Irão não é um adversário fácil. Todas as possibilidades estão em aberto, inclusive o pior cenário: Portugal cair com 4 pontos e a Argentina passar com 4. É muito cedo risos e piadas neste confronto.

Torço por Portugal e tenho sofrido, se Messi não conseguiu ajudar à Argentina até aqui, no último jogo Portugal não conseguiu ajudar Cristiano Ronaldo. Interessante seria vermos um confronto entre estes dois jogadores neste campeonato, sinal que Portugal tinha ido bem mais longe do que já foi nesta prova e então que ficássemos com razões para sorrir.

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Um jogo que me deixou em simultâneo contente com o resultado e irritado com a seleção. Torci por Portugal a todo momento, mas a minha equipa foi-me tirando o orgulho que poderia ter na sua demonstração de saber jogar ao logo do encontro. Patrício teve de brilhar, mas a generalidade dos nossos jogadores nem permitiram isso a Cristiano Ronaldo. Isto não se faz a um apoiante da seleção de Portugal em futebol!

Houve um momento que mais parecia que Marrocos tinha 20 jogadores e nós tínhamos Rui Patrício e Cristiano Ronaldo. São muito poucos jogadores a jogarem na minha seleção.

Na montra do futebol mundial é bom vencer, mas é mau quando perdemos o orgulho nos nossos e temos de reconhecer… tivemos toda a sorte do nosso lado e o azar ficou todo do lado dos que jogaram muito melhor.

Hoje seguramente há muitos marroquinos tristes, mas orgulhosos da sua seleção e eu em sinto-me contente na humilhação e muito pouco satisfeito com esta combinação de sentimentos

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Está tudo dito…. GANHÁMOS, SOMOS CAMPEÕES, VIVA A SELEÇÃO DE FUTEBOL DE PORTUGAL! VIVA PORTUGAL!

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O meu artigo de ontem publicado no diário Incentivo:

DAS VITÓRIAS DE PORTUGAL À DO EGOÍSMO

A seleção de Portugal, embora sem ainda ter jogado de forma a destacar-se convincentemente bem e sem nunca ter vencido ou perdido no período dos 90 minutos regulamentares de jogo, tem sobrevivido e já chegou aos quartos-de-final do Euro2016, para alegria dos Portugueses depois de muita ansiedade e receio em que a equipa alimentou no coração dos Lusitanos.

Na partida com a Islândia a nossa seleção dominou em campo e embora aquele país insular também se tenha esforçado teve sorte e lá veio o empate, com a Áustria foi um jogo sem história e glória para ninguém e um empate perante um adversário mais fraco. O confronto com a Hungria foi impróprio para cardíacos, com golos disputados taco a taco a justificarem que os dois países irem à fase seguinte em novo empate. A recente disputa com a Croácia foi quase ver o filme da primeira partida ao contrário e acabou empatado aos 90 minutos, só que depois a sorte visitou-nos para mal dos axadrezados que foram eliminados por atacarem em permanência quase sem rematarem.

Como tudo está bom enquanto vai acabando em bem, por agora parecemos os maiores sem ainda termos brilhado, mas futebol também é isto, e para já a nossa seleção ainda alimenta no coração de todos Portugueses amantes desta modalidade a esperança de uma grande prestação de Portugal e eu continuo a torcer para atingirmos o patamar mais alto da Europa que sempre nos fugiu.

Já a Europa está a passar por um período sombrio com a vitória do Brexit no Reino Unido que leva a que este Estado deva abandonar a União Europeia (EU) por opção ligeiramente maioritária dos seus Povos. Todavia, importa lembrar que os motivos da opção de saída dos britânicos são, sobretudo, egoístas, como: (1) não se sujeitarem a regras comunitárias para acolher imigrantes de outros países da mesma União, que não só que lhes prestam serviços básicos, como ainda muitas vezes são os próprios cidadãos de origem a recusarem fazer por um orgulho nacionalista presunçoso e doentio; (2) não acolher refugiados vítimas de guerras onde os próprios britânicos foram ou são parte beligerante, recordo o papel ativo do País nas invasões e conflitos no médio oriente; (3) não querer ser um contribuinte líquido do orçamento comunitário, apesar de serem um dos Estados de maior riqueza per capita da UE recusam ser solidários por imposição com os membros mais pobres; (4) não se limitarem a regras comuns dentro do mercado aberto da EU, pretenderem um tratamento de exceção com regalias próprias contra uma cooperação ativa na Europa.

Todavia, também é verdade que nos aspetos económicos certos Estados mais pobres da EU têm culpas no alimentar destes egoísmos. Como explicar a um Britânico que após 31 anos de integração europeia o Reino Unido continue ainda a pagar défices e dívidas de Portugal e este País, como outros, depois de tanto dinheiro vindo dos mais ricos continue pobre e incapaz de desenvolver a sua economia? A falta de crescimento nos membros fracos leva à saturação dos mais fortes. Até se olharmos para os Açores vemos quantos já se sentem revoltados que após 40 anos de ajudas a algumas bolsas de pobreza na Região estas continuem pobres e alvo de programas de solidariedade à custa dos impostos de muitos que sentem dificuldades são forçados a pagar sem ver os beneficiários desses sacrifícios impostos pelos Governos ao longo de tantos anos saírem da miséria.

A verdade é que levar anos a pedir solidariedade também cansa a quem a paga, pior se quem pede não demonstra sinal de vencer as suas dificuldades ou vontade de se libertar do que para os que contribuem são vícios do sistema. Não tenho dúvidas que apesar dos muitos egoísmos dos mais ricos, nada é pior para a solidariedade do que estes deixarem de acreditar que esta pode ajudar.

Infelizmente, temos visto que na Europa do norte e rica existe um crescimento da saturação dos pedidos de solidariedade. Vimos protestos na Finlândia, na Holanda, no Luxemburgo e na Alemanha face os continuados apelos dos Estados do sul em crise e o Brexit mais não é que uma manifestação de egoísmo de um povo já historicamente famoso por ser nacionalista, orgulhoso e pouco prestável a ser solidário por imposição de terceiros, mas o pior é que com isto Portugal e outros Estados verão quão mais difícil os seus apelos de solidariedade serão atendidos devido à saturação dos mais ricos de onde vieram os subsídios que não serviram para tornar a nossa economia forte e capaz de competir em pé de igualdade na União Europeia.

Não sei se o Brexit será o princípio do fim da União Europeia, mas suspeito, sejam quais forem as mudanças dele resultante, que Portugal e os Açores terão cada vez mais dificuldades em viver à sombra de subsídios à nossa economia num modelo que nos tem mantido numa pobreza relativa e doentiamente dependente dos fundos comunitários que serviu para preservar políticos no poder ou enriquecer alguns particulares, em vez de tornar o País e o Arquipélago competitivo e rico.

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Felizmente, a seleção principal de Portugal de Futebol venceu a Dinamarca ao marcar um golo aos 94 minutos de jogo, assim o último minuto serviu, infelizmente, para a comunicação social e declarações dos jogadores esquecerem que não foram em campo melhores que a Dinamarca.

Portugal efetivamente melhorou na defesa, mas continua a ser lento quando vai ao ataque, a ser um perdulário nos remates à baliza, a errar numerosos passos e a deixar-se intercetar pelo adversário quando a equipa está na posse da bola.

Foi bom o resultado para Portugal, mas não espelha a realidade em campo. Pela justiça de jogo, se esta existisse de facto no futebol, a seleção ter-se-ia quanto muito ficado por um empate. Espero que não se convençam agora, mas corrijam o muito que há para corrigir, pois nem sempre a sorte favorece os craques e a nossa equipa não foi audaz.

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Continuo a torcer pela seleção nacional apesar do desaire no jogo com a seleção alemã no primeiro confronto do campeonato do mundo de futebol.

Todavia também estava cansado de ver a bazófia lusitana, o paleio dos jornalistas com parvoíces de revista cor-de-rosa em torno de Cristiano Ronaldo, espero que esta lição sirva para que nos próximos dois jogos Portugal, apesar de altamente desfalcado pela estupidez de Pepe e a lesão de Coentrão, consiga ainda dar a volta por cima.

O futebol é como a política, muito discurso raramente leva a bons resultados na prática e neste momento Merkel está feliz e não vale a pena pensar que é culpa dos alemães que foram eficazes, nós é que temos de saber fazer melhor por nós e não atirar as culpas aos outros… nem esperar pelos árbitros.

Força Portugal!

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Lutaram até ao fim, tiveram bons momentos de futebol e até alcançaram situações de vantagem em jogo, nunca baixaram os braços e foram dignos até à decisão no último segundo.

Cristiano Ronaldo e todos os restantes jogadores estiveram à altura das exigências com toda a dignidade.

Por tudo isto, a seleção nacional de futebol honrou a modalidade e o nome de Portugal, pelo quje não tenho complexo de lhes dar os meus:

Parabéns Seleção!

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Apesar das minhas públicas simpatias monárquicas; hoje, seguramente, todas as minhas simpatias vão para a vitória da nossa república sobre os representantes da monarquia vizinha.

Força Portugal!

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Não vejo habitualmente jogos de futebol para além das provas nacionais ou internacionais que envolvam equipas ou a seleção de Portugal, por isso assumo que, apesar de ter visto Cristiano Ronaldo em excertos televisivos em grandes jogadas, confesso que não me habituara a vê-lo a desempenhar um papel tão positivo na seleção nacional e não escondia algum descrédito no jogador quando vestia o equipamento das cinco quinas.

Também compreendo que quem estivesse habituado a observar o desempenho de Cristiano Ronaldo no Real Madrid, possa ter sentido que este jogador não atingia o mesmo nível na seleção de Portugal e por isso, os comentários à prestação deste futebolista, mais do que uma falta de reconhecimento, eram, sobretudo, uma exigência do que se pedia, até porque do outro lado a humildade não é uma virtude que o desportista cultive.

Após as últimas prestações de Cristiano Ronaldo no Euro 2012, reconheço que, finalmente, este jogador atingiu na seleção o nível que se pedia: tem jogado muito bem, tem liderado muito bem a equipa, tem dado a marcar e tem marcado…

Não sei até onde chegará a seleção de Portugal no Euro 2012, sei que esta equipa já honrou dignamente a camisola nacional em campo e  Cristiano Ronaldo foi uma peça fundamental em tudo isto e penso que este campeonato marca finalmente a sua reconciliação com os Portugueses.

 

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Não precisava de dizer mais nada… não sou isento em qualquer cenário quero que a seleção de Portugal hoje derrote os checos.

Claro, de preferência desejo que seja um bom jogo, que Portugal seja o melhor e não haja erros de arbitragem, mas em qualquer circunstâncias o desejo é sempre o mesmo: a vitória da seleção de Portugal no jogo de hoje contra os checos.

Mais nada sobre o tema.

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