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Posts Tagged ‘protestos’

Foi insultuoso ver no Parlamento dos Açores Vasco Cordeiro a  não se comprometer com nada da ampliação da pista da Horta e ainda responder, a um deputado do PSD eleito pelo Faial, de modo a colocar muitos Açorianos contra os Faialenses com a frase “e lamento que a sua posição seja a de querer os Açorianos a pagarem por um erro e por uma falha do partido que o senhor suporta“. Não questiono a acusação que tem razão de ser, mas é um insulto à inteligência o Presidente do Governo dos Açores escudar-se em erros do passado para o não corrigir. Contudo, o pior é mesmo o Presidente do Governo dos Açores tentar dividir o Povo deste Arquipélago perante uma justa reivindicação dos Faialenses.

Considero esta atitude uma afronta a todos os Faialenses, inclusive aos votantes  e eleitos pelo PS nesta ilha que dizem estar ao lado deste projeto, quando agora fica claro que Vasco Cordeiro desistiu de se envolver neste empreendimento e reivindicação do Faial e prefere apenas acusar o passado em vez de resolver a questão do aeroporto no presente.

É muito pouco dizer que levou o assunto ao atual Primeiro-ministro António Costa, deixando claro que ele Vasco Cordeiro fica de fora pois considera que agora o investimento seria um encargo para os Açorianos não Faialenses. Uma nojeira, uma baixeza senhor Presidente do Governo dos Açores, nunca me lembro de antes um líder máximo regional utilizar argumentos divisionista no Arquipélago que preside em relação a parcelas do Povo a que governa.

Agora, perante este lavar das mãos, o Presidente da Câmara da Horta fica sozinho neste momento em que dizia estar a reivindicar o projeto para o seu concelho, pois é claro que não tem a solidariedade do seu partido a nível Açores. Recordo-se que na reportagem não há um único elemento em que Vasco Cordeiro assuma, muito menos prove, que ele aquando da privatização fez então algum esforço perante Passos Coelho para salvaguardar aquilo que ele agora considera ter sido o tempo oportuno para o fazer. Mesmo assim Vasco Cordeiro não se compromete em corrigir também o seu erro e fica aqui o meu protesto perante esta sua atitude.

Nota: Reportagem sobre este assunto a partir do minuto 13 e 30 segundos do Telejornal da RTP-Açores.

 

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Já temia e alertei, se há culpas de serviços externos por demoras, a verdade é que um doente com cancro teme pelo facto da sua doença não estar a ser acompanhada por um especialista oncológico, algo que o Hospital da Horta deixou de ter e afeta agora a vida e a esperança de pacientes de várias ilhas dos Açores, nomeadamente Faial, Pico, São Jorge, Flores e Corvo

Fonte: Doente com cancro queixa-se de demora no atendimento (Vídeo) – Sociedade – RTP Açores – RTP

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Hoje, nos diretos na SIC-notícias, de um entrevistados lesado do Banif deduzia-se que um dos argumentos que os gestores de conta utilizaram para alguns clientes adquirirem certos produtos propostos pelo Banif foi o da segurança do banco, pois então o banco era um público na sequência da intervenção do Governo. Confesso, que me senti representado por esse lesado, pois a mesma ideia também foi passada a mim há poucos anos.

Sim, eu sei que o Banif intervencionado tinha ações privadas, mas o grande acionista poderoso de então era o Estado e foi uma decisão do Governo que prejudicou muitos dos que se sentiram confortados por então o seu banco ter capitais públicos e foi o atual Primeiro-ministro que deliberou entregar ao desbarato aquele que era a maior instituição financeira nas Regiões Autónomas a uma entidade espanhola em prejuízo de muitos Portugueses.

A Caixa foi outro banco público cujo estatuto a justiça está a investigar com a suspeita de ter sido uma peça ao serviço da corrupção e não dos Portugueses, mesmo assim, na guerrilha ideológica até parece que um setor público público é um garante de defesa dos direitos dos cidadãos… uma falácia sem dúvida, nem privado, nem público, garantem a defesa dos mais fracos na sociedade, sobretudo quando os interesses dos mais fortes estão em jogo.

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Foram centenas de pessoas que se concentraram defronte do Parlamento dos Açores para protestar contra o mau serviço que a SATA Internacional tem prestado aos Faialenses e exigir a melhoria das condições de operacionalidade do aeroporto da Horta, uma ação com uma dimensão como há décadas não se via nesta ilha, que tem vivido acomodada, apenas com resmungos tímidos e à boca pequena, enquanto os decisores políticos agem às claras contra ela impunemente.

Foi bom ver que ainda existem Faialenses que, mesmo trabalhando para o Governo dos Açores, não tiveram problemas em assumir o seu descontentamento perante o dono da SATA por este permitir que a situação se venha arrastando e degradando e tenha atingido as proporções que alcançaram este verão com cancelamentos sem evidentes razões meteorológicas no terreno e com um crescimento exponencial.

O PS tentou mais uma vez dividir os Faialenses e acusar o passado das atitudes que estão a acontecer no presente e deste modo apagar o mau tratamento com que a SATA está agora a tratar o Faial. Houve erros no passado que prejudicaram esta ilha e há que ter coragem de os assumir, mas tal não apaga o que está a acontecer hoje em dia e a luta é para que se corrijam erros atuais e não mantê-los com a desculpa do passado.

É verdade, diz-se hoje, a ANA foi privatizada e a Vinci é que deve ampliar a pista, só que enquanto foi pública nenhum Governo, independentemente da sua cor, cumpriu a promessa de assegurar as dimensões de segurança nos extremos da pista. O problema não foi a privatização, foi o incumprimento da promessa pelo poder público durante anos e anos.

É verdade que a TAP desistiu do Faial perto da sua privatização, só que o processo da sua privatização durou mais de uma década e foi implementado por todos os partidos que estiveram no Governo, o que agora se alterou significativamente foi o sistema de ligações aéreas dos Açores com gateways abertas à concorrência para São Miguel, criando-se condições diferentes para a Horta e nisto novamente todos os partidos que foram ou são poder tentam assumir os louros dos benefícios sentidos em Ponta Delgada, enquanto por cá se chuta para os outros os malefícios que a Horta passou a sentir.

Uma coisa é importante ficar clara: quem esteve na concentração ontem o que quer é a melhoria da operacionalidade do aeroporto da Horta e da situação nas ligações aéreas entre o Faial e o exterior sentidas no presente e não desculpas com o passado e acusações para manter a degradação que se tem assistido sem se resolver o problema. QUER-SE AÇÃO E NÃO POLITIQUICE PARTIDÁRIA!

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Se há uma coisa que parece estar a gerar unanimidade é o descontentamento com a saída da TAP na rota da Horta e o serviço que a SATA está a prestar nesta mesma ligação.

Assim, a verdade é que o descontentamento já enche jornais fora do Faial como o Açoriano Oriental, se por um lado, a Câmara Municipal e a do Comércio da Horta se queixam da SATA, que pertence ao Governo dos Açores, este último questiona o Governo da República sobre o facto da TAP ter abandonado a rota da Horta.

Na RTP-A, o secretário regional dos transportes lamentava ontem uma série de coincidências para justificar o mau serviço da SATA prestado à Horta e ao Pico na primeira semana do novo modelo. Eu por mim suspeito da teoria da conspiração que hoje fundamento no Incentivo, mas só amanhã publicarei o artigo aqui no blogue, a verdade é que são coincidências a mais para no poder ser tudo inocente como é costume quando se agride o Faial… e o Pico.

Por outro lado espero que tanta indignação possa mudar o comportamento dos poderes no Faial para não se limitarem a muita parra inconsequente sem dar qualquer uva, nem implicar correções na ação de defesa da ilha.

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