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Posts Tagged ‘Porto’

Novamente um cruzeiro de turistas foi para o cais de mercadorias, pois para se poupar se encolheu o cais norte, para se poupar, também não se desassoreia a sua baía, mas apostou-se num grande terminal de passageiros de trânsito local que, na mentalidade de alguns, se for bem gerido, o Faial pode ficar a ganhar, algo assim como encolher no estratégico regional e internacional para apostar na pequenez local como se fez na feira Açores… Certo? 😜

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Nos últimos dias tenho assistido com espanto como pessoas ligadas ao PS-Faial têm disparado em jornais contra os que têm tomado posição sobre o aeroporto e acessibilidades à Horta, até já vi desvalorização do abaixo-assinados dos Faialenses. Logo eles, que antes votavam contra protestos pelos maus serviços da SATA e discordavam da exigência de Carlos César honrar a sua palavra na ampliação do aeroporto, agora consideram que o assunto está em cima da mesa apenas porque o PS está a mexer no assunto.

Enquanto os Faialenses  não se movimentaram, vimos os líderes socialistas eleitos e com funções executivas na ilha deixar fechar a fábrica do peixe, tirar a rádio naval da Horta, apresentarem desculpas para se fasear a variante e depois não se acabar a obra, encolherem a baía norte do novo cais do porto, defenderem que “small is beautifull“, dizerem que não queriam outras obras durante a reconstrução para o Faial  não virar a estaleiro, assumirem a desculpa para não se fazer o estádio Mário Lino, atrasaram quase 20 anos o saneamento básico da cidade para depois fazerem aquilo que na assembleia municipal foi proposto pela oposição no início deste século e ainda ridicularizarem há 8 anos a proposta de reorientação da pista que agora até foi para cima da mesa num grupo de trabalho criado pelo presidente da Câmara como se tudo isto não fosse já antigo e não houvesse memória.

Agora que para além das forças da oposição política, os Faialenses também se têm mobilizado pelo aeroporto, na questão das ligações Horta-Lisboa e contra o mamarracho proposto e aceite pelas deputadas rosas da ilha, eis que o poder socialista no Faial dispara contra todos os que têm erguido a sua voz em defesa desta terra e assume que é ele e só ele que põe estas questões em cima da mesa. Desplante a esta gente que tanto desprezou o Faial não falta.

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Meu artigo de hoje no diário Incentivo.

O JOGO DO EMPATA E O DO EMPURRA COM O FAIAL

Desde as últimas eleições legislativas regionais o Faial tem assistido a uma grande agitação no Governo dos Açores e da Câmara Municipal da Horta no sentido de darem a entender que, finalmente estão de acordo com as reivindicações dos Faialenses e que até se esforçam em as atender, apesar de não se ver nada de novo efetivamente alcançado.

Na questão do mamarracho que a Porto dos Açores apresentou para a baía sul da Horta e depois de meses com várias manifestações de preocupação, assistimos ao Presidente da Câmara da Horta ir com ar voluntarioso reunir-se com aquela empresa expressando publicamente a sua solidariedade com as preocupações dos Faialenses. Frutos deste encontro?… Nada!

Alguém ouviu falar quem tem competência para decidir sobre a alteração do projeto de que vão ser de facto respeitadas as promessas feitas aos Faialenses para aquela obra e salvaguardada a imagem de uma baía sem aquele mamarracho? Tenho estado atento e não escutei nada dessa entidade. Os resultados destes aparentes esforços parecem estar no segredo dos políticos ou então deram mesmo em: Nada!

Ao nível da questão da ampliação da pista do aeroporto da Horta e das acessibilidades, devido à forma como o grupo SATA, através da Azores Airlines, tem vindo a exercer este serviço, soube que à lista das reivindicações entregues ao Presidente do Governo dos Açores durante a manifestação dos Faialenses do passado dia 7 de setembro, em frente ao Parlamento Regional, decorridos mais de quatro meses veio, finalmente, uma resposta do líder do Executivo Açoriano.

Nesta resposta torna-se claro que no que estava então parado tentar parecer que se procura ultrapassar a estagnação, mas, de facto, nada se avançou e continua-se a passar responsabilidades para terceiros: Governo da República, ANA e a privatização desta. Mas compromissos a sério assumidos pelo Governo dos Açores: Nada!

Aquela promessa lançada em 2001 pelo Presidente Carlos César “se o Governo da República ou a empresa ANA não ampliarem a pista do Aeroporto da Horta, o Governo Regional assumirá essa obra” nem é considerada em termos de eventual parceria com as entidades nomeadas para deste modo ultrapassar o problema. Parece que o Faial não está na área geográfica da gestão do Governo dos Açores, pelo que se as entidades exteriores à Região não atenderem ao que os Faialenses reivindicam, este excusa-se, pois sente que nada tem a ver com os Faialenses, como se estes nem fossem Açorianos e como se entre a promessa e a privatização não tivessem existido quase 15 anos em que o aeroporto foi público e o Governo dos Açores foi liderado quase exclusivamente por Carlos César.

Todavia, o que naquele dia de setembro estava em efetivo andamento e vinha de trás, continua o seu caminho, ou seja: está a avançar o projeto RISE da parceria iniciada no tempo da TAP, depois parado com a saída desta da rota Horta-Lisboa e já então retomado pela Azores Airlines.

Assim, o que Vasco Cordeiro respondeu aos Faialenses foi: o que estava a andar, continua a andar o que estava parado: Nada fez de novo! O Presidente açoriano até pode lamentar se os do Continente não fizerem nada, mas não dá qualquer sinal que o podemos contar com o Governo dos Açores para se comprometer com as necessidades e reivindicações Faial: não é nada com ele além de conversar a favor do que pedimos.

Este jogo de empurrar as responsabilidades sempre que se pode apontar para terceiros e sem o poder regional se comprometer com nada e, quando não pode atribuir aos outros a resolução das questões colocadas em cima da mesa, fazer o jogo do empata: é a estratégia do PS-Açores. Por isso é que até ao momento dá-se a aparência de que se está a trabalhar, mas sem acrescentar nada de facto à situação que já existia antes das últimas eleições legislativas regionais.

Os Faialenses já disseram uma vez: Basta de maus tratos ao Faial! Suspeito que não estão dispostos a se deixarem enganar com estes jogos do empurra ou do empata para continuarem a ser maltratados. Agora há apenas se acrescenta mais cinismo sem nada beneficiar esta Ilha e este Povo. Continuo à espera de resultados que não aparecem e a resposta do Presidente do Governo dos Açores, mais o silêncio sobre o projeto da baía sul do Porto da Horta indiciam que é mesmo para não aparecer nada de concreto. Infelizmente!

Resta-me apenas o compromisso de que não deixarei de denunciar todas as artimanhas que sinto prejudicarem o Faial sem resolver os seus problemas.

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Meu artigo de hoje no diário Incentivo

PORTO DA HORTA – LEVOU TEMPO A ADESÃO

Embora importe não esquecer que o problema prioritário para o Faial é o das acessibilidades aéreas da ilha ao exterior do Arquipélago, ou seja para já: a ampliação da pista, o projeto RISE e o número de ligações entre Horta e Lisboa; onde em cada um destes o Governo dos Açores tem grandes responsabilidades para se alcançar a sua concretização, nas últimas semanas a atenção centrou-se nas obras da segunda fase do porto da Horta, o que evidencia que os Faialenses estão agora muito atentos e bem despertos ao modo como os governantes tratam esta terra.

A preocupação dos Faialenses agrada-me e muito: a dinâmica da democracia cresce a partir do Povo e aquela não amadurece quando as pessoas estão adormecidas ou delegam nos políticos o seu papel de intervirem civicamente na sociedade.

Bastou o cartão vermelho de outubro último para que o Presidente da Câmara Municipal da Horta compreendesse que tinha a cabeça a prémio e mudasse a atitude que tinha no passado. Deixou de combater as vozes da oposição, que diziam alto os protestos e anseios dos Faialenses, enquanto o governo dos Açores pisava esta ilha, e passou a comprometer-se com as preocupações levantadas na sociedade do Faial e em público já leva ao poder regional os alertas dos munícipes.

É verdade que até ao momento não tem sido ele a tomar a iniciativa de assumir o papel de defesa do Concelho. Primeiro, na questão do aeroporto, já há meses que a população se movimentava e se manifestava ativa e publicamente em torno das acessibilidades aéreas e só depois das eleições e de o movimento cívico se manter ativo é que o Presidente da Câmara criou um grupo de trabalho para análise da ampliação da pista e aderiu às claras a esta causa dos Faialenses.

Agora nas obras do porto não se viu o Presidente da Câmara agir quando as preocupações se levantaram na Assembleia Municipal, a seguir deixou que as deputadas do seu partido e concelho fossem à Portos dos Açores com a comunicação social para a empresa passar a ideia de que estava tudo bem na atual versão do projeto, continuou a não se mexer quando os deputados Carlos Ferreira e Luís Garcia denunciaram o que consideravam aberrações na intervenção para ali prevista, permitiu até o burburinho de descontentamento crescerem nas redes sociais desta terra e só depois da denúncia pública das preocupações da mesa do turismo da Câmara do Comércio e Indústria da Horta e da reunião desta com o Presidente da Câmara é que este finalmente se resolveu a agir.

Levou tempo, mas ainda bem que por fim lá se decidiu unir às vozes dos Faialense em vez de criticar quem lançava os alertas, como era norma na história política de quem estava no poder desta ilha antes da derrota das últimas eleições. Podemos dizer que se o Presidente da Câmara ainda não lidera as causas do Concelho, ao menos, com o tempo associa-se aos argumentos dos seus Munícipes e no fim mostra-se solidário com as suas preocupações e envolve-se nas questões ao lado do seu Povo. É um progresso no bom sentido, parece um pouco forçado por ser ao retardador, mas reconheço a mudança.

Há quem diga que a mudança é estratégica e só até às próximas autárquicas. Não tenho provas da veracidade ou falsidade desta ideia, mas digo que se está numa corrida a contrarrelógio, ou o Presidente alcança resultados concretos até às eleições com soluções irreversíveis, ou deixa tudo pendente e voltará aquele discurso de promessas que os Faialenses já conhecem, onde passam os votos e o prometido se engaveta, então terá de decidir se estão dispostos a não penalizar quem não defendeu a tempo esta terra dos maus resultados, mas nisto o Povo é soberano.

Pode haver quem pense que um ano é pouco tempo para se exigir frutos irreversíveis, mas este curto período para a concretização dos objetivos só acontece por culpa daqueles que durante anos desculparam quem prejudicava o Faial em vez de estar do lado dos Faialenses, agora têm de correr para recuperar o tempo perdido por culpa deles. Tivessem eles antes ouvido e estado ao lado do Povo desta ilha.

Por mim, prefiro que seja o Faial a sair bem desta nova postura em detrimento de quais forem os políticos que com isso conquistem vitórias, eu apenas luto pela minha ilha e insisto que o importante é em tempo útil satisfazer as necessidades do Faial e espero que nos próximos meses as obras do porto se concretizem, sem comprometer a sua operacionalidade, nem a beleza da baía da Horta com aquele mamarracho que as imagens do projeto nos assustam.

NOTA: Pouco depois de escrever este artigo soube da morte do Dr. Mário Soares, sem dúvida alguém cuja resistência contra forças totalitárias, no poder ou a querer tomá-lo, é uma das razões porque Portugal vive em democracia. Lamento a sua morte e honremos o regime democrático que nos legou.

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Aqui fica o contraste para a baía sul entre o apresentado aos Faialenses na semana do mar de 2007, um projeto então arrumadinho e sem degradar a imagem do saco da doca, versus o mamarracho agora anunciado do projeto de execução para ali se construir quase 10 anos depois.

Antes

sacodoca

Agora

baiasul

Isto sem falar do que encolheu da obra do lado norte da baía da Horta entre o projetado e o ali executado. (Montagem retirada do Tribuna das Ilhas).

Desplante não falta a quem defende estas alterações…

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baiasul

Após a derrota do PS-Faial em outubro último, este corrigiu o seu comportamento ao nível da SATA e da pista e passou a estar do lado das reivindicações da população, mas continuou a comportar-se como era habitual no que se referia à segunda fase das obras do porto da Horta, por isso se viu os seus dois deputados visitar o dono da obra numa subserviente sessão que só serviu à Portos dos Açores para defender o seu projeto em vez de serem aqueles eleitos a defender o Faial.

Contudo, desde a manifestação sobre o aeroporto e SATA em setembro de 2016 a sociedade civil Faialense ficou desperta, deu sinal de estar indignada e desconfiada com o poder executivo e concluiu que sem uma ação sua, pública e forte na sociedade não acreditava que os governantes e representantes políticos do Faial que apoiam os poderes executivos fosse possível defender convenientemente os interesses da ilha.

Assim, não admira que enquanto os deputados socialistas do Faial prossigam silenciosos sobre as intervenções previstas para o porto, a Mesa de Turismo da Câmara do Comércio e Indústria da Horta comunique publicamente as suas preocupações sobre as obras pretendidas para a baía sul do Porto da Horta, prova evidente que desde setembro passado o Governo e a Câmara Municipal deixaram de poder contar com a subserviência e passividade dos Faialenses e de muitas das estruturas sociais e económicas da ilha.

No que se refere ao aeroporto e SATA os movimentos cívicos têm mostrado que continuam ativos e acredito que desconfiados da mudança de comportamento de alguns políticos desde outubro, talvez receando de que se trata de apenas de uma manobra eleitoral inconsequente antes das próximas autárquicas e depois tudo fique na mesma, infelizmente, a dualidade de critérios entre porto e aeroporto da Horta no PS-Faial indiciam que de facto há muitos motivos para se desconfiar dos seus eleitos por esta ilha.

(Montagem da foto retirada do site do Tribuna das Ilhas)

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O meu artigo para publicação hoje no diário Incentivo:

A SEGUNDA FASE DO PORTO DA HORTA TAMBÉM ENCOLHE

Após três anos e meio com o Governo dos Açores quase sem fazer obras e sem lançar novos projetos, eis que nos últimos meses antes das eleições legislativas regionais os meios de comunicação social insulares mostram uma avalanche de anúncios com reparações de estradas, novos investimentos e colocação de primeiras pedras pelas várias parcelas do Arquipélago. Só obras portuárias e costeiras já inventariei mais intervenções que ilhas, o que mostra bem a quantidade de promessas que saíram cá para fora nestes tempos eleitorais.

Após tantas obras portuárias noticiadas para outras ilhas chegou a vez do Faial, na semana passada foi anunciado o lançamento do concurso do procedimento para a “Requalificação do Porto da Horta”, ou seja, o que seria a segunda fase do inicialmente chamado “Projeto de Reordenamento do Porto da Horta”, que foi apresentado e discutido publicamente em 2007, mas que depois foi faseado em baía sul e norte, sendo que o novo cais foi encolhido em 2009 e a intervenção passou a ter o nome de “Projeto Integrado de Requalificação e Reordenamento da Frente Marítima da Cidade da Horta – 1.ª Fase”, mas, depois de construída a obra encolhida, os Faialenses tiveram ainda de aguardar meia década para o anúncio do concurso (não da obra) da segunda fase.

Agora, em véspera de eleições, quase 10 anos depois do projeto inicial e já com um terceiro nome, eis o lançamento do concurso para a segunda fase daquilo que fora o “Projeto de Reordenamento do Porto da Horta” e sempre que mudou de nome encolheu face ao que já fora antes prometido. O que presentemente foi tornado público deixou cair as obras para o Clube Naval da Horta e de melhoria das condições das atividades das empresas marítimo-turísticas que movimenta tanta gente na zona portuária sul do nosso porto, mantém o cotovelo da doca cujo desaparecimento serviria para compensar a redução na atracagem resultante do encolhimento da baía norte, eclipsou-se o Centro de Treinos de Alta Competição, não se percebe onde está o pontão de apoio às pescas e muito mais desapareceu silenciosamente e sem deixar rasto ou justificação.

Haverá um novo faseamento da segunda fase para fazer o que agora fica de fora? Não sei. Mas, nesta hipótese, talvez venha outra mudança de nome e outro encolher do projeto, pois tendo em conta o historial com que o Faial tem sido tratado pelo Governo dos Açores, o mais provável, como na última fase na variante, é que uma terceira fase para o porto também não se venha a fazer ou fique na gaveta a aguardar um anúncio noutras eleições futuras.

Uma coisa é certa, os deputados do Faial subservientes ao Governo dos Açores nunca protestam quando a nossa ilha é maltratada ou os projetos encolhem e mesmo quando as oposições Faialenses protestam por um mau serviço a esta terra, adiamento de um investimento ou cancelamento de uma obra, aqueles deputados socialistas costumam votar contra e desculpam quem nos maltrata. Mas mais tarde questionam onde estavam as oposições quando os males aconteceram, como se não tivessem sido eles a desculpar o executivo regional e a abafar as vozes de protesto. Por isso pergunto: onde estão agora os protestos dos nossos deputados e candidatos a novo mandato pelo PS-Faial quando se descobre este novo encolhimento das obras no porto da Horta?

Estão, como habitualmente, à espera de um novo voto de protesto por esta redução da obra vindo das oposições para desculparem outra vez o Governo dos Açores, votarem contra o protesto e deixarem isto ficar assim mesmo? Mais tarde, quando os efeitos do mal forem irreversíveis, terão o desplante de perguntar onde estavam os que protestaram, como se eles de facto tivessem feito algo no momento certo. Não foi assim que o PS-Faial agiu nos casos do Varadouro, do Estádio Mário Lino, da Variante, da Rádio Naval, do Aeroporto, da SATA? Agora apenas repetem o método nesta fase das obras do porto da Horta.

Porque será que no Faial as obras anunciadas levam décadas para arrancar, depois são faseadas por décadas e ainda encolhem quando as fases seguintes são anunciadas? Por vezes, até a fase seguinte fica por fazer depois do anúncio, como aconteceu com a última fase da variante há quatro anos, com a promessa então feita precisamente antes das anteriores eleições como agora.

As obras para o porto da Horta já vão no terceiro nome, no segundo encolhimento e tudo aponta para mais um faseamento. Só que este mau tratamento dado ao Faial tem culpados: são quem está no poder e decide, bem como quem suporta esse poder que nos maltrata. Não é justo acusar quem tem levantado a voz em defesa desta terra, tem apresentado protestos, alertas, recomendações e moções nos locais próprios para se alcançar mais e melhor para a nossa ilha mas não governa.

Os Faialenses vão escolher os seus representantes ao nível regional nas próximas legislativas e são livres até de votar em quem os tem maltratado, mas continuarei a ser uma voz em defesa do Faial, independentemente de quem vencer.

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