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Posts Tagged ‘perguntas?’

É o que se deduz desta notícia, até o sindicado denuncia que foi a SATA quem não acautelou o serviço mínimo  para a Horta imposto legalmente para esta greve. Erro grosseiro? Estou convencido apenas da má-fé, muita má-fé mesmo contra o Faial, não é apenas da Administração da empresa nomeada pelo Governo dos Açores, mas sobretudo do Executivo de Vasco Cordeiro que apadrinha isto tudo. Ainda alguém duvida deste ataque organizado ao Faial?

Contudo ainda não consigo distinguir quais os eleitos faialenses que são colaboracionistas neste ataque contra a nossa ilha por egoísmo e ambição de estarem no poder rosa daqueles que colaboram contra o Faial por pura ingenuidade, mas acredito que estes últimos não são os que têm maior poder no Faial.

Agora se explica a minha admiração exposta no post anterior onde já estranhava a greve só prejudicar o Faial está plenamente explicado, tal como começa a ficar evidente que nesta guerra os maus da fita não são os sindicatos, mas sim quem governa a SATA.

Nunca imaginei que o desplante contra o Faial viesse a ser feito tão às claras como é feito presentemente

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Sim, reconheço, mesmo com desvios de aviões, ligações incómodas e sem o devido cuidado, esta situação passou das falhas habituais e não é a norma, mas pelo excessivo surrealismo, forma escolhida e queda de homem ao mar, é sem dúvida algo que irá ser divulgado e explorado pelos inimigos da rota da Horta, do destino Triângulo e até por outros a quem o destino Açores também é um parceiro concorrencial.

Demasiado mau, tão mau que só uma empresa aérea como o grupo SATA ou outras do terceiro mundo poderiam resolver os seus problemas com os seus passageiros deste modo… mas atenção: cada vez estou mais convencido que nada disto é inocente, só que a culpa não está nos trabalhadores do SATA, mas sim em gente que está acima deles e também conta com colaboracionistas disfarçados do Faial, infelizmente.

Pergunto, até quando isto será possível sem os devidos culpados serem penalizados a sério?

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Não sei porquê, nem se onde isto irá parar e quais as consequências para o futuro de Portugal. Sei que no seio de tantas boas notícias, aquela que de facto não muda é o crescimento da dívida pública portuguesa, sendo o nosso País o Estado onde esta é das mais elevadas de toda a Europa. Mas não foi o excessivo endividamento que levou Portugal à crise de 2011? Certo que os juros estão mais baixos e isso reflete-se no défice. Mas será sempre assim? Como se dá a volta a este problema nacional?

Mas por agora lá nos vamos aliviando com as boas notícias de curto-prazo e quem levantar preocupações de longo-prazo é mau…

 

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Tirando o turismo, não vejo mais nenhum setor a dar sinais de recuperação nos Açores: a fileira do leite está a definhar, os pescadores só falam da sua crise, no comércio veem-se mais lojas a fechar que a abrir e não há construção civil de monta. Mesmo assim, a estatística diz que estão menos pessoas desempregadas e isso é uma boa notícia. Como o turismo conseguiu absorver 3499 pessoas num ano não percebi ou então a disfunção do sistema está disfarçada com trabalhadores ocupados no Governo dos Açores que mascaram a realidade.

Contudo é bom haver uma percentagem cada vez maior de Açorianos  a receber um salário… só não sei em que condições de estabilidade e de produção para a economia Regional.

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Será mesmo verdade que a razão que o médico que prestava serviço no Corvo ter sido exonerado foi por este não aceitar subscrever declarações médicas falsas para colocar utentes do serviço de baixa ou estes efetuarem viagens ao exterior da ilha às custas do serviço regional de saúde sem o necessitarem? A ser verdade, o que se deduz desta notícia é que alguém foi destituído de um  trabalho em funções públicas por dar cumprimento à Lei e ao seu Código deontológico contra a vontade do seu superior político hierárquico.

Será que alguém do Ministério Público deixa passar isto em vão, sem investigar e depois disto ser denunciado na comunicação social? Jornais e televisão pelo menos.

Será que isto, a ser verdade, não se configura um crime público?

A ser mesmo verdade, não será um uso abusivo do poder político?

Dúvidas e assunto que gostaria de ver devidamente esclarecidos.

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Continuo sem certeza se era melhor o chumbo ou não do acordo da concertação social de descida da TSU para as empresas para subir o salário mínimo. Mas, como suspeitava, o Governo fez bluff: até à hora do chumbo afirmava que não ter alternativa se o Parlamento chumbasse a descida da TSU e no dia do chumbo já tinha uma medida compensatória. Assim, com sucessivos bluffs, se vai minando a credibilidade na política.

Quando o Governo diz que tudo corre bem e existem sinais no horizonte que o modo de gerir as finanças públicas é insustentável manter-se, veja-se a ascensão progressiva dos juros e a paragem de manutenção de infraestruturas públicas, o executivo não está a fazer bluff?

Quando se dizia que eram precisas medidas corretivas ou extraordinárias para se cumprir o défice de 2016 o Governo negava, mas adiou a resolução da injeção de dinheiro na Caixa e recorreu a um perdão extraordinário de dívidas aos contribuintes. Isto não é um bluff?

Quando o Governo assume que não precisa da direita e faz acordos com terceiros que vão contra o negociado com o BE e a CDU, não está a fazer bluff?

Quando se diz que tudo está bem com os parceiros da geringonça e as sondagens mostram o rombo que o PS está também a infligir a estes partidos, estes logo endurecem a sua posição e tomam posições contra o executivo no Parlamento para sobreviverem, logo a esquerda não está a fazer outro bluff?

O problema é mesmo saber onde começa o bluff neste jogo, só que a governação não é um casino e quando as coisas correm mal não é apenas o jogador que o faz que se atulha em dívidas, na governação o político arrasta um País inteiro de inocentes que deram condições a quem subiu ao Poder para os governar… a seguir ele pode sair de cena, mas o Povo continua a sofrer as consequências como uma vítima inocente, enquanto os políticos culpados continuarão com um nível de vida que o cidadão comum fica impossibilitado de ter.

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Começo já a pensar no que de importante transita para 2017. No Faial, o projeto da pista e as condições de acessibilidade são os dois maiores desafios, a SATA pode até pacificar os Faialenses nos cancelamentos antes das autárquicas, mas se as obras de ampliação não forem conseguidas de modo irreversível até outubro é porque nos atiraram foguetes de propaganda que se apagarão a seguir.

Na nossa ilha resta também saber o que se passará com o porto da Horta, faz-se obras necessárias para atender o que se espera desta infraestrutura ou apenas de fachada? Será que o edifício do quartel do Carmo não foi apenas outro evento de propaganda? Até ao momento não conheço qualquer anúncio de interessado no aproveitamento turístico do imóvel e, sobretudo, qual será o destino da Cooperativa CALF? temo que seja semelhante ao que se perspetiva para a SINAGA… vamos a ver o que nos reserva de facto 2017 para o Faial antes das eleições, o que não for conseguido até lá… esqueçam de alcançar nos tempos mais próximos!…

Ao nível dos Açores a crise no setor dos laticínios, com efeitos na fábrica da CALF no Faial, é sem dúvida um dos maiores desafios económicos regionais, podemos ter mais turistas e fazer folclore com o turismo, mas há que não esquecer os nossos agricultores que sempre foram a força produtiva do Arquipélago e não merecem ficar desesperados por incompetência das políticas regionais na defesa destas ilhas face aos interesses discutidos em Bruxelas. O desemprego nos Açores é outro desafio, é sem dúvida a maior operação de maquilhagem estatística do Governo de Vasco Cordeiro, só não sei se é sustentável manter tanta gente em programas ocupacionais ou simplesmente meter toda esta gente continuamente no emprego público.

Em termos nacionais dois aspetos me levantam maior curiosidade:

  • manter-se-á o sucesso da governação de António Costa? em 2016 quase não houve investimento público em Portugal (uma das maiores reivindicações do PS no passado), nem reforço financeiro da Caixa Geral de Depósitos e fez-se um perdão do défice, tudo para garantir um défice dentro dos limites, mas esta situação parece insustentável. Efetivamente foi o emprego em 2016 que melhor correu ao Governo sem grandes cosméticas.
  • continuará a CDU através do seu sindicato em paz social assistindo de bancada ao declínio da coligação nas sondagens enquanto o PS vai penetrando no seu eleitorado e no do BE? O PSD e o CDS resta-lhes esperar pois a sua capacidade interventiva está anulada pela geringonça e o desgaste do anterior executivo e de Passos Coelho.

Internacionalmente a grande incógnita é mesmo Trump e sua estratégia quando tiver de enfrentar a política real no terreno tanto internamente como internacionalmente, com o amigo dúbio Putin a aproveitar conquistar influência no globo e a China a crescer economicamente às custas do ocidente. Um risco que pode fazer mudar o futuro do planeta.

Também em termos internacionais a guerra na Síria, o coesão europeia, a questão humanitária dos refugiados e a saída do Brasil da sua crise socioeconómica são outros desafios enormes que podem marcar 2017.

Haverá mais, mas estes parecem-me ser mesmo os maiores desafios para o Faial, os Açores, Portugal e o Mundo em 2017.

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