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Posts Tagged ‘Canada’

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Proud for my Homeland Canada – Happy Anniversary to all Canadians and Canada fans.

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Há dias assim, hoje sou 100% Canadiano, mas de expressão Portuguesa também.

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Há talvez tantas semelhanças como diferenças entre o Canada e os Estados Unidos, sendo muito mais evidentes em termos de mentalidade, onde o Canadiano tende a ser mais tolerante e progressista para com a multiculturalidade resultante das muitas origens dos seus residentes, mas, como é normal, há muitas exceções de um lado e outro, conheço conservadores radicais a norte e progressistas reformistas a sul. Nesta segunda-feira os dois maiores líderes do Continente da América do Norte reúnem-se pela primeira vez.

Politicamente os Canadianos sempre foram mais abertos à Europa, os anglófonos aos ingleses e os francófonos com uma nostalgia e admiração aos franceses, mas também sempre houve uma admiração pelo poder económico a sul, apesar de algum orgulho e rivalidade típica de vizinhos. Talvez nunca o contraste entre os dois países tenha sido alvo de tanta desconfiança como agora em que a norte há um primeiro-ministro do mais liberal nos costumes e aberto ao mundo que houve, face ao atual presidente americano que quer fechar o seu país ao exterior mais do nunca.

Assim, a cimeira entre estes dois Estados pode dizer muito da capacidade de Trump aceitar a diferença e conviver com um vizinho e parceiro tão distinto, representado por Trudeau, ou sob a possibilidade deste último, em caso de intransigência do sul, ser capaz de levar a bom porto o reforço socioeconómico do Canada desalinhado dos Estados Unidos. Um assunto que acompanho com atenção a partir de hoje.

ADENDA

Parece que mesmo assumindo diferenças conseguiram entender-se e cada um manda em sua casa sem dar lições na do vizinho.

 

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Conheço da cidade do Quebec, capital da província com o mesmo nome e coração do radicalismo separatista nacionalista de raiz francófona do Canada, ao contrário de todas as outras sedes de governo provinciais do País, que se reconhecem como capitais de província, a cidade do Quebec assume-se como “capital nacional”, sendo nação apenas a cultura francófona. Tal como injustiça, o nacionalismo é um propulsor de extremismos e violência.

Foi o nacionalismo que impediu aceitar a diferença dos muçulmanos face à cultura tradicional  dominante e de raiz católica dos “québécois”  em Alexandre Bissonnette que o levou a um ato extremo de entrar numa mesquita e disparar contra pessoas em oração.

Para quem defende fechar as portas aos refugiados de guerra ou às pessoas de outros credos com medo do terrorismo, não haja dúvida que este é um exemplo que muitas vezes os “maus” não são os que são diferentes de nós e nos pedem ajuda, mas o radicalismo é sempre mau, mesmo que na defesa da cultura maioritária de uma terra que tem receio de perder identidade ao auxiliar o outro que está fora de portas e é diferente.

Não se pode excluir a possibilidade de a coberto da figura de refugiado não haver gente mal-intencionada e há necessidade de tomar medidas de segurança preventivas, mas tal não deve impedir que estendamos a mão à maioria dos que fogem da guerra e da miséria, sob o risco de apoiarmos o desenvolvimento e a expansão do mal que já existe no seio daqueles que devem acolher. Fechar porta é não só alimentar o mal dentro e fora destas e um mal bem-nutrido nunca se pode transformar num bem a prazo, apenas torna todos piores.

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Enquanto em França estala a polémica da proibição legal do uso de burquinis em praias daquele país por mulheres muçulmanas com direito a multas, no Canada e na Escócia legislam e criam fardas para mulheres-polícia muçulmanas com o uso do hijab. Tanto num caso, como no outro, estamos perante situações excessivas de intolerância ou de cedência a culturas estrangeiras.

No primeiro caso é sem dúvida um abuso um Estado laico impor ou proibir o uso de roupas a mulheres ou multar mulheres pelo uso do burquini, limitando a forma como a mulher considera adequado a exibição do seu corpo segundo a sua consciência individual ou social.

No segundo caso, tratando-se de um estado laico e ocidental, é sem dúvida uma cedência exagerada a uma cultura estrangeira imigrante e não fundadora do País legislar sobre sobre trajes exóticos oficiais, porque, neste caso, deve permitir também o nudismo a polícias filhos de imigrantes da amazónia, o turbante do hindu e um nunca mais parar de trajes tradicionais e costumes exóticos, ou a tolerância é enviesada e merece ser diferente apenas quando se está perante muçulmanos?

Assim, em França proíbe-se o uso ostensivo de um traje que indicia uma cultura e uma religião provável, no Canada acata-se a vontade de uma cultura e religião provável se ostentar num traje oficial de uma força do Estado.

Nem tanto ao mar nem tanto à terra.

ADENDA

Felizmente o bom senso no Conselho de Estado de França põe travão a esta onda de interdição do burquini.

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Imagem wikipédia

Arranca hoje a XXXI Olimpíada da era moderna, os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro 2016, sei quão polémicas são estas organizações, penso que sempre tiveram manchas de corrupção e aproveitamento político e económico, mas se muitos dizem que este dinheiro deveria ser investido na erradicação da pobreza, no sistema de saúde ou na rede de ensino, o único Continente que nunca organizou este tipo de evento é o mais pobre, com pior educação e saúde, o Rio de Janeiro muito antes da de hoje era um exemplo de desigualdade social e insegurança, pelo que assumo: desde criança me fascinam os Jogos Olímpicos e não são este acontecimentos quadrienais que provocam mal ou mundo, mas contribuem para o sonho desportivo de muitos.

As primeiras olimpíadas de que me recordo foram as XXI em Montreal no ano de 1976 onde Carlos Lopes trouxe a primeira medalha olímpica do atletismo para Portugal, mas curiosamente este é o evento desportivo onde o meu coração vibra sempre por dois Países: o Canada, minha pátria natal; e Portugal, minha pátria nacional e de residência; por vezes coloca-se o dilema quando entram em confronto direto elementos destes dois Estados, só que é raro, nalgumas modalidades sinto-me inclinado pela folha de Ácer, sobretudo ginástica, natação, noutras pelas Quinas, sobretudo no atletismo e judo, mas vibro sempre que ouço “A Portuguesa” ou o “Oh Canada” ecoarem nas cerimónias das medalhas e por vezes chegam-me lágrimas aos olhas diante da Maple Leaf ou da bandeira Verde Rubra.

Força Portugal!

Go Canada!

Para quem quiser seguir, eis o link oficial dos jogos Rio 2016

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Canada-Day-Activities

Hoje, a celebrar os seus 149 anos, este País tolerante, multicultural, economicamente desenvolvido, que atingiu em 2016 o segundo lugar do índice dos Estados com melhor qualidade de vida para os seus habitantes e será sempre a minha Terra Natal, uma das minhas Pátrias e sempre serei um orgulhoso Canadiano.

Parabéns neste rumo aos 150 anos de desenvolvimento da identidade de uma nação que se chama Canadá!

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Num estilo diferente de análise política em que habitualmente disserto neste blogue, hoje uma hiperligação para o meu artigo publicado este mês no portal da diáspora do Povo destas ilhas Mundo Açoriano.

Memórias da integração de um lusodescendente nos Açores.

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