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Archive for Abril, 2018

Nunca fui fã de Rui Vitória, respeito-o como pessoa e quando atacado nesta qualidade não gostava, não por estar a treinar o Benfica, mas, sobretudo, porque há limites na agressividade entre profissionais de clubes rivais. Agora, desde o princípio que denunciei que não despertava garra nos seus jogadores, por vezes ganhou a jogar bem… mas por garra e discernimento na adversidade: não.

Continuo Benfiquista e a amar o meu Benfica, hoje concretizou-se um cenário que se repetiu frequentemente com ele, cair sem descernimento e garra, algo comum na era Vitória, espero que para o ano as vitórias sejam outras, em outra era e melhor.

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Os números secretos do Presidente da SATA dão sempre a baixa ocupação na rota Horta-Lisboa, mesmo sem os passageiros conseguirem reservar lugares a meses de antecedência por falta de disponibilidade nos aviões. Por isso a prova de 5 de agosto do Campeonato Nacional de Jet Ski, quando da Semana do Mar foi cancelada. Os Faialenses conseguem imaginar uma situação destas a ocorrer em Ponta Delgada?

A notícia do Tribuna da Ilha, que comunica que 60 participantes foram impossibilitados de chegar ao Faial pela empresa SATA, aquela que assegura o serviço público de acessibilidade para o Faial eo braço político dos transportes aéreos do Governo dos Açores, termina deixando a ideia que este grupo não existe em inventário neste momento…

Normal, para a SATA a culpa há de ser dos passageiros por quererem viajar para o Faial e não de quem presta o serviço público de transportes!!!!

À insistência do jornal, o Tribuna das Ilhas diz que não obteve qualquer resposta.

Mais palavras para quê?

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É o que se deduz desta defesa do Presidente da Assembleia da República aos deputados que recebem dinheiro por viagens que não fizeram ou são reembolsados por passagens que não pagaram. É a lógica política. Por isso não perdem o vencimento ou o cargo por não fazerem aquilo que lhes garantiu chegar ao poder. É legal? sim, eles fizeram a lei assim. É ético? Duvido. É moral? Não, por mais que se justifiquem a moral está acima da Lei injusta e da ética feita à medida por  um parlamento ao agir imoralmente.

Há quem consinta isto, eu não…. Reconheço a importância da política… Mas justa, limpa, ética e ao serviço das pessoas e na defesa do bem. Não está pouca vergonha.

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O meu artigo de hoje no diário Incentivo:

JOGO INDECENTE COM NÚMEROS IMAGINÁRIOS CONTRA O FAIAL

A escalada do debate contra o Faial por várias estruturas que defendem o poder regional entrou numa fase onde nem a coerência nem o pudor da decência já limitam do seu discurso no ataque a esta ilha. O que importa é arranjar desculpas, criar números imaginários, para não assumir o que os Faialenses justamente reivindicam ou para negar a realidade que estes sentem na pele.

Quando, baseado nas estatísticas oficiais, se diz no Faial que o número de passageiros no aeroporto da Horta está a crescer pouco devido à falta de disponibilidade de lugares nos aviões e escassez de voos do grupo SATA, logo o Presidente desmente porque, segundo números secretos da empresa, esta transportou mais gente que vinha para a nossa ilha… só que não desembarcou aqui!

Mesmo sem se falar das questões de carga de que há muito a reivindicar e contam para a ocupação dos aviões, quando os Faialenses justificam com o aumento do número de passageiros para a Horta para pedir mais voos para aqui, por haver insuficientes nos meses de maior tráfego. Calma aí! diz o mesmo Presidente: a ocupação dos voos baixou. Vejamos, há mais passageiros que os Faialenses nem contam mas a SATA diz existir, só que, agora, tais passageiros fazem é descer a taxa de ocupação dos aviões. Incrível!

O mais grave é que dizem isto descaradamente, sem corar e impunemente em direto na televisão, mas perante tais contradições indecentes nada lhes acontece, pois falam com números secretos que nem respeitam as regras da matemática. Sabemos que esta situação não é possível com números reais, só com números imaginários e a realidade desmente tal como os Faialenses sentem na pele.

Só que quando esta situação de números imaginários parecia um exclusivo do “argumentário” da administração da SATA, eis que sou surpreendido por declarações do Grupo Parlamentar do PS-Açores na ALRAA.

Assim, perante a verificação real no terreno pelos Faialenses da estagnação económica nos últimos anos no Faial, que se sentia ainda mais intensa quando os locais visitavam muitas outras ilhas dos Açores, onde era visível o contraste resultante do crescimento económico e os investimentos nessas terras, o referido deputado em causa, descaradamente, diz: a Horta cresceu 17% entre 2012 e 2016, muito acima da média regional que foi de 9%.

Assim, enquanto as maiores empresas privadas da ilha faliram, a cooperativa de laticínios definhava, a rádio naval saía da Horta, a TAP desistia desta terra e o PS-Açores acusava Passos Coelho da crise que então atingia a ilha, eis que agora, num repente, afinal o Faial tinha uma pujança, um crescimento e um desenvolvimento enorme, quase na mesma ordem de grandeza dos da China, Hong-Kong, Malásia, Singapura e o dobro dos Açores e, se os números fossem reais pelo seu peso na média regional, bem acima de São Miguel. Claro que, novamente, aquele senhor estava a usar números imaginários ou estatísticas cozinhadas, o que na prática é a mesma coisa.

Agora talvez se perceba porque o Governo dos Açores estrangulou o IMAR, deve ter sido para ver se com os despedimentos do seu encerramento a economia do Faial cresce mais ainda. Haja um mínimo de decência quando falarem do Faial e do que os Faialenses sentem na realidade.

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2018-04-14

O escândalo do abuso de regalias dos deputados dos Açores e Madeira na Assembleia da República com o pagamento de passagens que o Expresso denuncia hoje é uma situação transversal da esquerda à direita. O mau comportamento é legal, como justifica a declaração da representante dos deputados rosa açorianos, mas não deixa de ser imoral, o que levou ao vergonhoso silêncio dos eleitos laranja desta Região. A imoralidade legalizada foi o que mais me doeu na vida autárquica, é que para defender a minha terra parecia estar solidário com esta falta de vergonha. Não, nunca estive!

Querer moralidade na política não é populismo. Protestar e denunciar para que os políticos não acedam a ferramentas que lhes garantam regalias e verbas de forma esconsa e não tenham um tratamento distinto do que a lei assegura para o restantes cidadãos é uma questão ética, moral e de justiça.

Populismo é não querer e fazer bandeira para que os governantes e deputados não sejam convenientemente pagos porque há outros cidadãos que o não são. Uma injustiça não se resolve estendendo-a a outras classes, nomeadamente políticos ou gestores como por norma muitos tentam fazer  para agradar às massas. O que se deve desejar é que mesmo os mal remunerados tenham rendimentos suficientes para viverem com dignidade e esta não se limita a ter cama, comida e roupa lavada, também inclui a possibilidade de ter uma vida social, lúdica e cultural integrada no meio onde se vive.

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Durante anos só se ouviu do poder no Faial que não havia dinheiro devido à austeridade da República. Agora o Grupo Parlamentar do PS-Açores diz que a economia da Horta cresceu 17% de 2012 a 16 contra os 9% da média Regional. Não sei se foi com a saída da Rádio Naval, se com a redução e cancelamentos dos voos, se com a falência de grandes empresas da ilha, mas a Estatística aqui é válida, no caso da SATA é  que não.  Mas pergunto: Que setores cresceram na ilha? Alguém deu por essa pujança económica? Quem anda a enganar os Faialenses?

Por este andar, qualquer dia vão dizer que é o Faial que está a puxar a economia Açoriana para justificar mais desvios de dinheiro para grandes ilhas que, coitadinhas, parece não estarem a crescer como o concelho da Horta.

Na política pode-se ouvir de tudo, acredite quem for crédulo.

 

 

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Nojento foi como o Presidente da SATA se comportou no debate “Sem Meias Palavras” da RTP-Açores. Usou números que SÓ ELE acede, não verificáveis por mais ninguém e com este truque negou a verdade de que os preços fossem mais baratos saindo por outras ilha do que no direto Horta-Lisboa. Deixou claro que os vôos que os Faialenses não conseguiam reservas até tinham baixa ocupação e conseguiu ao mesmo tempo dizer que o número de passageiros para a Horta aumentava mais para a seguir evidenciar que com isso baixava a taxa de ocupação dos aviões. Tudo isto usando número não públicos e feitos só para ele.

Claro que com esta técnica não há quem possa contra-argumentar, apenas a verdade da experiência dos factos: os Faialenses sentiram que os preços oferecidos pela SATA nos voos diretos Horta-Lisboa foram na maioria dos dias mais caros do que a alternativa de saltitar para sair por Ponta Delgada, a maioria dos voos no verão estavam sem lugares para reservar.

A estatística deixou de ser fiável para a própria SATA quando a verdade dos números verificáveis não lhe convém.

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Não haja dúvida que a carta entrega pela SATA aos Faialenses a defender-se perante o povo que eles desprezam, mas paga com os nossos impostos, mostra bem como as críticas à transportadora do Governo dos Açores estão corretas e a dar fruto. Onde estão as explicações para os preços exorbitantes cobrados a quem para aqui diretamente viaja? As justificações de já não haver lugares em muitos dias do verão meteorológico? Os fundamentos das diferenças de preço só por optar sair do Faial com escala noutra ilha se é a Horta que tem tantos lugares vazios? Nada. Só jogo de números e falaciosos.

Isto para já não falar dos cancelamentos inexplicáveis, dos desvios com bom tempo, da falta de promoção da rota, etc. etc.

A SATA age como aquela pessoa que sabe que não tem razão e bate o pé teimosamente dizendo disparates incongruentes face às reprimendas que lhe são feitas e não quer aceitar. Estratégia típica de mau perdedor.

 

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Meu artigo de hoje no diário Incentivo

AEROPORTO: responsabilizar outros sem se desresponsabilizar

Mesmo com a tentativa de alguns em esvaziar a importância da manifestação do passado dia 21 de março, o certo é que a mesma foi um sucesso e as questões em torno do aeroporto e do mau serviço prestado pela Azores Airlines na rota Horta-Lisboa não saíram das discussões no Faial.

A verdade é que, apesar de o Governo dos Açores e do Grupo SATA continuarem a tentar enrolar o povo do Faial com discursos manhosos, onde cozinham números e estatísticas para se desculparem nas suas tentativas malignas de nos prejudicar, já deu para perceber que eles estão mesmo a perder a credibilidade e os Faialenses estão mais unidos nas suas reivindicações da ampliação da pista do aeroporto e em torno da necessidade de a Azores Airlines melhorar o seu serviço a esta ilha.

Finalmente, já começaram a surgir sinais de que a manutenção desta luta apartidária Faialense está mesmo a quebrar as resistências dentro dos socialistas desta ilha, dois factos evidenciaram isto: O primeiro foi ver o Presidente da Câmara da Horta e toda a sua equipa juntarem-se aos Faialenses na manifestação e a reconhecer que a tentativa de atravessar pontes para levar ao Governo dos Açores a causa do Faial não estava a surtir efeito, isto devido às barreiras montadas do outro lado. O Presidente pode ter levado muito tempo a reconhecer a má vontade do executivo de Vasco Cordeiro e do Grupo SATA nesta matéria, mas mais vale tarde do que nunca, e prefiro-o ao lado dos Faialenses nesta luta do que do lado dos que de cá têm optado por desculpar o poder regional.

O outro sinal, mais tímido, foi o desafio, lançado pelo deputado do Faial do PS na ALRAA, para que a SATA promovesse a rota Horta-Lisboa-Horta. Pena só agora ter reconhecido que esta não era promovida ao contrário de todas as outras ligações do exterior para os Açores, mas ainda bem, também ele já juntou o seu apelo ao dos Faialenses.

Assim, é normal que perante tais sinais de maior união e resistência, as forças regionais, que têm cercado e sitiado o Faial, sintam que precisam mesmo de mudar de estratégia, o que também já está a acontecer. Além de outros grupos parlamentares, até o do PS/Açores vai levar um Projeto de Resolução à Assembleia Regional a propor que o Governo da República inclua as obras necessárias à melhoria da operacionalidade no Aeroporto da Horta na sua renegociação do contrato de concessão da ANA Aeroportos.

Em termos de princípios e objetivos estou de acordo com esta proposta. Tudo o que for para bem do Faial, seja de onde vier, tem o meu apoio, mas é preciso estar atento e não ficar descansado. Primeiro, desconhecemos se a questão ficará de facto bem salvaguardada no contrato renegociado e se será imposto um prazo curto para não ficar agendada para o dia de São Nunca.

Em segundo lugar, é preciso não baixar a guarda, porque não sabemos se será aceite e se depois de um não nacional, servirá de desculpa às obrigações do poder regional para com a nossa ilha e passe a dizer: fizemos o que pudemos, o que estava ao nosso alcance! e assim se desresponsabilizem, chutem para longe as suas culpas e apaguem a promessa do Governo dos Açores de assegurar esta obra aos Faialenses se outros não fizessem como deviam. Isto sem esquecer também a questão da má vontade da SATA em bem servir o Faial que ainda está por resolver e nesta matéria a responsabilidade é toda da Região.

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