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Archive for 6 de Julho, 2016

Através do Incentivo, soube-se que cerca de 40 empresários dos Açores defenderam a ampliação da pista do aeroporto da Horta, sendo que esta antiga reivindicação foi assumida não apenas por Faialenses, mas pelas próprias Câmaras do Comércio e Indústria da Região, dando assim um cariz regional a esta pretensão faialense. O que justifica que a notícia também fosse replicada no Correio dos Açores.

Há muito que esta é uma das principais, se não a principal reivindicação do concelho da Horta e já mereceu numerosas posições das instituições representativas das populações do Faial, tanto no domínio político, como económico, desde a Câmara e Assembleia Municipal, partidos, Conselho de Ilha, até à Câmara de Comércio.

Este assunto junto com os investimentos no domínio da segurança das aproximações de aeronaves, de modo a evitar os cancelamentos por fatores meteorológicos e a viabilizar aterragens sem tantas penalizações no transporte de carga e passageiros ou dimensões doas aparelhos, são fundamentais ao desenvolvimento economicossocial do Faial e do Triângulo.

Paralelamente, numa perspetiva de integração adequada do Triângulo, como zona unida e um destino turístico específico dentro dos Açores, este assunto não pode continuar desligado do facto desta pista ter de ser e passar a ter sempre que possível como alternativa o aeroporto do Pico, assegurando que quem vem para o Triângulo não acaba depois reencaminhado para fora dele ou com regresso à origem sem chegar com facilidade ao Faial, ao Pico ou São Jorge devido a condições meteorológicas (como este nevoeiro que teima em nos visitar), arbitrariedades da empresa de transportes aéreos ou outras penalizações e incógnitas várias.

Todavia a complementaridade de alternativa entre estes dois aeroportos implica também que quando existirem desvios de aparelhos entre estas pistas, por razões várias, haja imediatamente um sistema de reencaminhamento dos passageiros para os seus destinos pretendidos: Faial ou Pico, sem estes ficarem reféns dos horários das ligações marítimas regulares no canal e da inexistência de transportes em terra, levando a esperas demoradas que desincentivam novas visitas ao Triângulo. Aspeto que tem de começar a fazer parte das preocupações da forças vivas destas duas ilhas e apresentação de soluções integradas de ambos os lados do canal.

 

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