José Seguro durante o descalabro dos últimos anos de Sócrates poucos ou nenhuns alertas significativos lançou ao líder do seu partido, mas agora como seu Secretário-Geral assume que o PS tem pontos de vista bem divergentes da troika.
Até admito que José Seguro pudesse ter divergências pessoais com o acordado com a troika, até compreendo que José Seguro diga que está em desacordo total com a ideia de Passos em ir para além das exigências da troika, agora não é ético nem moral o Secretário-Geral socialista des-solidarizar-se nestes termos do acordo que José Sócrates, em nome do PS e do Governo de Portugal, celebrou e assinou com a troika.
Esta estratégia de quando se está no poder se assina uma coisa e quando se vai para a oposição se defende outra diferente e vice-versa, que se tornou a primeira regra partidária de se fazer política em Portugal, levou ao descalabro e ao descrédito total da política. É uma permanente prova da falta de uma estratégia de fundo para o desenvolvimento socioeconómico do País.
Por agora uma coisa é evidente, concordando-se ou não com Passos, entre seguir os conselhos de Seguro (que não tem dinheiro para dar ao País) ou seguir as orientações da troika (que desbloqueia as verbas de que Portugal necessita para não ir para a bancarrota e acordadas pelo Governo PS) tenho muitas dúvidas que o atual Primeiro-ministro siga as recomendações do líder da oposição.
Sei que nas últimas eleições foi proposta uma terceira via, independentemente de discordar em muito, os seus defensores têm mantido a coerência no discurso, contudo exprimem-se com força na rua e fraqueza nas urnas e em democracia é esta última que dá legitimidade a um executivo governar até ao fim do seu mandato, momento em que deve ser julgado pelos resultados globais finais e não pelos danos colaterais iniciais.


Num julgamento de resultados globais finais,um verdadeiro profissional da justiça,ordena que as leis,que regem a balança da imparcialidade,do humano e da verticalidade,que ele representa,estejam o devidamente aferidas,para que o prato da mesma;nao absolva um culpado,e condene um inocente.Errar é proprio dos homens.O saber rectificar esse erro,pertence aos honestos,e sinceramente;neste “baile de demagogias”,dirigido por vàrios chefes de salon,que por alternancia,ora às direitas ora às esquerdas,tudo aquilo que fizeram,foi obrigarem-me a “dançar” uma valsa,quando se deveria dançar um passodoble.Chegaram outros,pouco depois,coreografos do mesmo “baile politico”,que me diziam que o que se deveria dançar era o tango,ou a polca.Depois de quatro décadas,pagando,a todos estes “coreografos das promessas”,sinto-me cansado de escutar tanto sàbio da mentira,que independentemente,de seus nomes e apelidos,utilizaram as balanças da justiça,que nao estavam aferidas,em seu favor
O problema mesmo é que enquanto eles vão mudando a dança, o povo é que paga e o País vai piorando e eles vão-se safando.
Sim é verdade.Mas o povo apercebe-se de que em nada contribuiu,para a desonestidade e inconpetencia de quem abriu o pimeiro “baile”.Talvez devido aos “ciumes” que sentiam,pelo anterior “chefe de sala”,desfilaram uns detràs dos outros,para ver quem fazia peor que outro,numa escala que vai do zero ao nada.Nao so arruinaram a industria,abandonaram a agricultura,a marinha mercante,faz muito que a afundaram e a de pesca anda por ai à deriva.Honestamente,estou saturado de tantos “arquitectos” que muitas obras,sabem fazer,mas depois os calculos,superam desmesurada e financeiramente,o que um projecto,pode suportar por um povo com dignidade,mas ao borde da miséria.Que se vaim safando todos se o desejarem.Jà haverà tempo de os “recuperar”,a eles e tudo o que nao lhes pertencia,e que por “ignorancia e descuido” se apropriaram indevidamente.Na minha modesta opiniao,haveria que separar,o poder judicial,do poder politico e retirar a estes previligiados a imunidade politica,excepto à mais alta figura do pais,seja o Chefe de Estado ou o Rei,caso o povo,decida que a monarquia,tenha que voltar,ao lugar que lhe pertence por direito.Desculpe por l’haver “roubado” tanto tempo,ao ler estas parcas letras,mas é o unico “roubo” que sei praticar esporadicamente,porque o outro,o de meter a mao donde nao devo,nunca o pratiquei.
Roube tempo à vontade, que esse ainda não paga imposto em Portugal… e dos outros não se percebe como a justiça nos protege.
Jà o sei que por isso,nao pago imposto,mas nao o pronunciee em voz alta,porque as “idéias pensantes” da Rua de S.Bento,podem escutà-lo.Tao pouco quero o monopolio da sua pagina,nem o desejo,ainda que hajam vozes discordantes da minha.Nem todos podemos ser adeptos e simpatizantes do Sporting.Hà os que o sao do Porto,Maritimo,Benfica etc etc;e aos adversàrios,teremos que os respeitar,até final do “campeonato”,porque so assim,se poderao,fazer permutas de ideias.